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O uso de celulares em sala de aula é um tema que desperta debates intensos entre educadores, pais e especialistas. Enquanto alguns defendem a proibição como forma de garantir maior concentração e disciplina, outros argumentam que a tecnologia, quando bem utilizada, pode ser uma aliada do aprendizado. A análise dessa questão deve levar em conta não apenas os benefícios e desafios da proibição, mas também o papel da educação no preparo para um mundo cada vez mais digital.
Por um lado, a proibição do uso de celulares pode ser vista como uma medida necessária para evitar distrações e promover o foco dos alunos. Estudos indicam (Indique as fontes) que o acesso irrestrito a dispositivos eletrônicos durante as aulas contribui para a dispersão e a queda no desempenho escolar. Além disso, a presença de celulares pode facilitar o cyberbullying e o uso inadequado das redes sociais, criando um ambiente pouco saudável dentro da escola. Nesse contexto, retirar os aparelhos das salas de aula é uma forma de garantir que o tempo dedicado ao aprendizado seja aproveitado ao máximo. (Delimite e explore de modo produtivo)
(Boa estratégia coesiva) Por outro lado, é inegável que os celulares podem ser ferramentas poderosas para a educação. Aplicativos, plataformas de pesquisa e outras tecnologias podem complementar o ensino tradicional, tornando-o mais dinâmico e acessível. Proibir o uso do celular pode ser interpretado como uma postura antiquada, que ignora o potencial educativo desses dispositivos. Além disso, ao invés de restringir, seria mais produtivo ensinar os alunos a utilizarem os celulares de maneira consciente e responsável, preparando-os para lidar com a tecnologia no cotidiano e no mercado de trabalho. (Reestruture e explore mais a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, a discussão não deve se limitar a "proibir ou liberar", mas sim buscar um equilíbrio entre o uso consciente e as regras em sala de aula. A educação digital deve ser incluída no currículo escolar para ensinar habilidades como foco, ética no uso da tecnologia e discernimento crítico. Escolas, professores e famílias precisam trabalhar juntos para criar um ambiente onde o celular seja mais uma ferramenta de aprendizado do que uma fonte de distração. (Não apresentou a proposta propriamente dita)
Em síntese, a proibição do uso de celulares nas salas de aula pode resolver problemas imediatos, como a falta de atenção, mas não prepara os estudantes para os desafios de uma sociedade digital. O ideal é equilibrar o uso da tecnologia com uma abordagem educativa, transformando os celulares em aliados do ensino. Afinal, o papel da escola não é apenas transmitir conhecimento, mas também preparar cidadãos conscientes e capacitados para o futuro. (Há um limite de 30 linhas para desenvolver as discussões)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
200 |
Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 |
160 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
120 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
200 |
Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
80 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
760
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
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Correção por IA
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
200
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Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos. |
| Competência 2 |
160
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Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos. |
| Competência 3 |
160
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Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos. |
| Competência 4 |
200
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Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos. |
| Competência 5 |
80
|
Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos. |
| Nota final |
800
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A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |