Uso indevido de celular nas salas de aula.
Tema: Proibição do uso de celular nas salas de aula
Em uma matéria do jornal O Globo, uma pesquisa aponta que 85% das crianças tem acesso ao celular e internet. Mas como algo que deveria ser bom, atrapalha tanto? Eduardo Jorge Custódio, professor da UERJ (Vírgula) aponta que existem riscos físicos como olhos secos até a postura ruim, dores cervicais, e perda de audição por conta do uso de fones, além da falta de concentração. A utilização indevida e excessiva vem causando problemas para professores. (Melhore a contextualização do tema)
A proibição do uso de celulares em sala de aula é um tema que desencadeia debates calorosos no ambiente educacional. De um lado, há aqueles que defendem que a restrição é necessária para garantir a concentração dos alunos e preservar o ambiente de aprendizado. O uso sem supervisão causa distrações significativas que impactam diretamente o desempenho acadêmico, pois a presença constante facilita acesso a jogos e redes sociais. (Reestruture e explore de modo mais produtivo)
(Boa estratégia coesiva) Por outro lado, há quem argumente que o celular pode ser uma ferramenta pedagógica valiosa quando utilizado de maneira controlada. Aplicativos que enriquecem o aprendizado e sites educacionais são exemplos do "lado bom" do uso de internet. Nesse sentido, a proibição total pode ser vista como um retrocesso, especialmente em um mundo cada vez mais digital. O desafio, portanto, está em encontrar um equilíbrio entre a utilização consciente e o abuso que prejudica o ambiente escolar.
(Boa estratégia coesiva) Portanto (Vírgula) para a resolução desta problemática, cabe aos pais instruir seus filhos sobre o uso correto dos celulares, aos educadores de utilizarem estratégias que limitem, ou usem de maneira adequada o uso de aparelhos eletrônicos e ao governo de oferecer ferramentas adequadas aos educadores. O intuito é pensar na saúde física e mental dos alunos. (Não apresentou a proposta propriamente dita)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 80 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 680 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |