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Os jogos de apostas online ganharam popularidade nas últimas décadas, oferecendo uma experiência acessível e conveniente para jogadores em todo o mundo. No entanto, a facilidade de acesso e a natureza envolvente desses jogos podem levar a problemas significativos, tanto para os indivíduos quanto para a sociedade em geral.
Primeiramente, a acessibilidade dos jogos de apostas online pode facilitar o desenvolvimento de vícios. Com plataformas disponíveis 24 horas por dia e a possibilidade de jogar em qualquer lugar, o controle sobre o tempo e o dinheiro gasto pode se tornar difícil. O vício em jogos de apostas pode levar a consequências devastadoras, como problemas financeiros, deterioração das relações pessoais e até problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão. (Delimite e explore de modo produtivo)
(Boa estratégia coesiva) Outro problema é a falta de regulamentação e fiscalização adequada das plataformas de apostas online. Muitas dessas plataformas operam em jurisdições com regulamentações fracas ou inexistentes, o que pode levar a práticas injustas e exploração dos jogadores. Além disso, a falta de transparência e segurança pode resultar em fraudes e perdas financeiras significativas para os usuários, que muitas vezes não têm recursos ou conhecimentos para se proteger adequadamente. (Melhore a apresentação dessa discussão)
(Boa estratégia coesiva) Para mitigar esses problemas, é essencial que governos e entidades reguladoras implementem e reforcem leis e políticas rigorosas para controlar os jogos de apostas online. A promoção de campanhas de conscientização sobre os riscos associados a esses jogos e a disponibilização de recursos de apoio para aqueles que estão lutando contra o vício são igualmente importantes. Somente através de uma abordagem equilibrada e bem regulamentada será possível minimizar os impactos negativos dos jogos de apostas online e proteger os indivíduos e a sociedade. (Não apresentou a proposta propriamente dita)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
200 |
Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 |
160 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
120 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
200 |
Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
80 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
760
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |