[Sem título]

Tema: Arquitetura hostil: um debate importante sobre essa forma de exclusão social

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 22/10/2024
Nota tradicional: 760
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Uma estratégia não muito falada, mas bastante utilizada (Vírgula) é a arquitetura hostil, que de maneira sutil cria barreiras para determinados grupos de pessoas. Abordagem essa que reforça a exclusão social, evidenciando a desigualdade enfrentada pelas pessoas mais vulneráveis. (Melhore a contextualização do tema)

É importante destacar que essa arquitetura influencia na maneira como as pessoas utilizam o espaço urbano. Essa estratégia de design visa controlar o comportamento humano, inibindo o uso indevido ou indesejado dos espaços, tanto público quanto privado. Ela consiste em implantar diversos tipos de barreiras. Barreiras essas que são criadas, principalmente, para pessoas em situação de vulnerabilidade social, o que só evidencia ainda mais a necessidade de debater e combater esse tema. (Melhore a apresentação dessa discussão)

Vale destacar também que, (Sem vírgula) elementos que à primeira vista parecem apenas componentes estéticos, na verdade, estão lá para inibir a utilização do local. Como por exemplo: bancos segmentados, comuns em espaços públicos, que são projetados para desencorajar a ocupação prolongada, certos materiais são escolhidos para tornar acentos desconfortáveis, pedras sobre viadutos, todas essas ações são tomadas, principalmente, para afastar pessoas em situação de rua, pois assim, torna o lugar nada acolhedor. Outros grupos, como jovens e skatistas também sofrem com a arquitetura hostil, eles também são discriminados e marginalizados. Além de eticamente essa arquitetura ser vista como desumana, pois torna espaços públicos desconfortáveis para quem procura usá-los, também pode ser considerada uma violação do direito ao espaço público. (Truncamento) Contribuindo para exclusão de certos grupos e reforçando as desigualdades existentes. (Melhore a apresentação dessa discussão)

(Boa estratégia coesiva) Portanto, é necessário que o governo promova ações para retirar a arquitetura hostil das ruas. Inclusive, o Brasil já possui leis referentes, que visam multar e remover objetos que impeçam a utilização de espaços públicos. Cabe ao Estado e aos municípios a responsabilidade de punição. Lei essa que também abrange convênios para a execução de projetos destinados a indivíduos em vulnerabilidade social. Com a execução de leis já existentes e criação de novas será possível avançar na promoção da inclusão, visando criar um ambiente mais acolhedor e acessível para todos. (Proposta incompleta) 

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 160 Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 160 Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 120 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 200 Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 120 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 760 A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos