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Tema: Arquitetura hostil: um debate importante sobre essa forma de exclusão social
Consta na Constituição Federal de 1988, (Sem vírgula) que, (Sem vírgula) a qualidade de vida é direito de todos e dever do poder governamental. Entretanto, quando essa lei é colocada em prática a mesma não é bem executada. É notório que a arquitetura hostil está tomando cada vez mais espaço no Brasil, isso impacta diretamente na qualidade de vida do cidadão brasileiro já, (Sem vírgula) que, (Sem vírgula) aumenta a desigualdade social e a exclusão de grupos vulneráveis.
Em primeira análise, é válido ressaltar que a arquitetura hostil é um design urbano que cria obstáculos para a permanência de determinados grupos sociais em alguns ambientes da cidade. Essa arquitetura impacta diretamente na desigualdade social Brasileira, já que estabelece que as pessoas que não pertencem a determinada condição (principalmente aquelas que estão em condições de rua) são impedidas de permanecer em todos os ambientes da cidade, além de que esses indivíduos também se sentem desconfortáveis e indesejados quando estão nesses estabelecimentos. (Truncamento) Tornando assim a cidade menos inclusiva. (Melhore a apresentação dessa discussão)
(Boa estratégia coesiva) Outro sim Outrossim, essa configuração também impacta na exclusão dos grupos vulneráveis. No filme "Cidade de Deus" retrata exatamente o que a arquitetura hostil causa na população, já que nos locais mais precários é nítida a falta de planejamento urbano e a negligência governamental assim como é mostrado no filme (Melhore a construção dessa discussão). O governo não se preocupa em melhorar a qualidade da estrutura das "favelas", e sim de trazer o desconforto àqueles que estão em situação de vulnerabilidade.
(Boa estratégia coesiva) Sob este viés, é de suma importância que o poder público (principal promotor da harmonia social), vise a qualidade de vida para as pessoas que estão em condições de rua, além de promover também o trabalho e estudo dos mesmos, e em parceira com o Ministério das cidades (MCID), promova a reforma das comunidades precárias do país. Assim não será necessário investir na arquitetura hostil (Essa discussão não ficou legal) e a qualidade de vida será assegurada para todos. (Apresentou a proposta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 120 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 160 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 200 | Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 840 | Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |