CONSTRUÇÕES QUE RESTRINGEM

Tema: Arquitetura hostil: um debate importante sobre essa forma de exclusão social

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 06/10/2024
Nota tradicional: 920
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A Constituição Federal, promulgada em 1988, prevê para todos os cidadãos o direito à moradia acessíveis a cada classe social. Entretanto, na prática, essa garantia é deturpada, visto que a arquitetura hostil é uma tendência se tornando uma realidade na sociedade nacional. Desse modo, tal cenário nefasto ocorre tanto pela negligência governamental por motivos socioculturais, como também devido à falta de debate dessa forma de exclusão social.”  (Reveja a relação entre o direito constitucional e a arquitetura hostil)

Diante desse cenário, é fulcral pontuar que o problema deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam a exclusão de grupos sociais. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população. Entretanto, isso não ocorre no Brasil devido à falta de atuação do Estado pois a arquitetura hostil exclui uma grande parte da população, consequentemente causando dificuldades na acessibilidade e inclusão dessa parte da população (Aprofunde essa discussão. Dê exemplos). Logo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Ademais, é imperativo ressaltar que a falta de debate impulsiona discursões para prevenir e coibir crimes e manter a ordem ou excluir determinados grupos sociais. Nesse sentido, Habermas traz uma contribuição relevante ao defender que a linguagem é uma verdadeira forma de ação. Desse modo, para que um problema como arquitetura hostil seja resolvido, faz-se necessário debater sobre inclusão social. Assim, trazer à pauta essa forma de exclusão social e debatê-lo amplamente aumentaria a chance de atuação nele.

Portanto, torna-se essencial mitigar os obstáculos ligados a arquitetura hostil. Nesse sentido, compete ao Ministério publico, que tem o dever de incentivar o debate dessa forma de exclusão, tanto implementar a inclusão quanto promover a inclusão desses grupos sociais. Essas ações estratégicas, executadas por meio de debates e ações, visam a inclusão, a diminuição de crimes e uma sociedade mais justa. Assim, almeja-se que os debates e leis futuras diminua a exclusão social, tratando a população de igual para igual. (Proposta completa)

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 160 Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 200 Nível 5 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo.
Competência 3 160 Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 200 Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 200 Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 920 Excelente trabalho! A redação está dentro dos padrões de excelência do ENEM, apresentando uma argumentação clara e bem fundamentada, além de uma linguagem adequada e rica em recursos. Parabéns pela conquista!

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos