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A Revolução Francesa de 1789 foi o berço de todos os direitos e deveres construídos na contemporaneidade, tais quais a liberdade e igualdade. No entanto, a questão
"O Censo e o seu papel fundamental na criação de políticas públicas no Brasil" é congruente com esses princípios históricos, em virtude de entes públicos e coletivos. Assim, urge a análise precisa do imbróglio, à luz de questões normativas e educacionais.
Sob viés, cabe ressaltar, em primeiro plano, que pode ocorrer problemas por falhas governamentais. Dentro desse aspecto, o filósofo Platão afirma que a política é a
esfera para realização do bem comum – o que não é levado a sério pelos estadistas. Isso ocorre porque há falta de políticas públicas para captar dador para desenvolver políticas sociais (Dê exemplos) que possam findar com as desigualdades. Posto isso, é necessário mais atenção do Estado para o Censo que é feito para desenvolver políticas mais eficazes.
Outrossim, é imperioso destacar, em segundo plano, que as lacunas escolares também são um motivo do óbice. Como não há uma educação de qualidade para
preparar o jovem para ter uma vida melhor, a adversidade persiste e consequências como a ignorância das pessoas em não quererem evoluírem e terem melhores condições de vida são frequentes (Reestruture essa discussão). Logo, deve-se aplicar o pensamento de Nelson Mandela que afirmar “a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, para mudança do quadro retratado.
Fica evidente, portanto, que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, os interlocutores da informação, como noticiários
televisivos e canais da imprensa em outras plataformas, responsáveis por informar e conscientizara população, devem promover a relevância sobre a importância do Censo para a criação de políticas públicas por meio de vídeos e debates com especialistas na área. Isso com a finalidade de todos os cidadãos saberem da importância dele. Logo, "O Censo e o seu papel fundamental na criação de políticas públicas no Brasil" será intermediado no século XXI. (Proposta completa)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
160 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
160 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
160 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
200 |
Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
200 |
Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
880
|
Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |