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O Censo é uma pesquisa quantitativa e qualitativa realizada em uma cidade, estado, país, em que se faz um levantamento de quem são e como vivem os habitantes locais. Essa pesquisa permite conhecer a idade, sexo, perfil socioeconômico, dentre outras informações fundamentais para a administração da localidade em questão definir as políticas públicas que atendam às necessidades de seus cidadãos. (Formule a tese)
No Brasil, o Censo é realizado a cada 10 anos pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - com exceção do último, feito em 2022, depois de um intervalo de 12 anos devido à pandemia de covid-19. Num território tão extenso como o Brasil, o Censo permite mostrar o quão diferentes são as necessidades da população em cada região. Segundo o IBGE, o Censo Demográfico 2022 mostrou que o Norte e Nordeste concentram a maior proporção de jovens na faixa de 0 a 14 anos (cerca de 25% em cada região). Já o Sul e Sudeste abrigam a maior proporção de população idosa, acima de 65 anos (cerca de 12% em cada região). (Apenas expõe)
(Melhore a estratégia coesiva) Esses dados demonstram que no Norte e Nordeste deve haver uma atenção especial à saúde e educação: campanhas vacinais e programas nutricionais são importantíssimos para o desenvolvimento de crianças na tenra idade, somando-se investimentos no ensino fundamental quando essa população atingir a idade escolar. Quanto ao Sul e Sudeste, deve-se dar uma atenção especial para a população idosa, com investimentos na área da saúde e cuidados diários como exames preventivos, disponibilidade de medicamentos e cuidadores, centros de atividades físicas, ou seja, programas que promovam o envelhecimento com satisfação, tranquilidade e segurança. (Apenas expõe)
(Melhore a estratégia coesiva) É importante ressaltar que investimentos em saúde e educação são primordiais em todas as fases da vida, mas ter instrumentos que orientem onde e como investir levam a resultados mais satisfatórios. Portanto, o Censo é fundamental para a definição de políticas públicas no Brasil porque mostra quem somos, como vivemos e do que precisamos para ter qualidade de vida. (Não apresentou a proposta de intervenção propriamente dita)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
200 |
Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 |
120 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
80 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
120 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
40 |
Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final |
560
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |