Educação ambiental a porta de entrada para o equilíbrio climático
Tema: A importância do debate sobre o impacto das mudanças climáticas nos direitos básicos dos brasileiros
A Constituição Federal de 1988 relaciona os direitos e deveres do povo brasileiro, conhecido como direitos básicos, mas poderiam ser renomeados como direitos frágeis, pois diante de desequilíbrio ambiental, é o primeiro que a população perde. É através da educação que podemos transformar o mundo, como o filósofo e educador Paulo Freire levantava diante de suas lutas a favor da educação. Mas, o conhecimento sobre a importância de preservação, da sustentabilidade e o poder da agroecologia para uma renovação climática, (Sem vírgula) não são levados tão à sério como às matérias mais comuns. Tais temas sendo tratados desde a infância, se tornam ideologia para os futuros empresários e produtores.
Quando (Vírgula) diante de uma tragédia, da magnitude que foi a que atingiu o Rio Grande do Sul, a população afetada fica tristemente desassistida a nível estrutural e emocional. Somente, (Sem vírgula) nesse momento inicia-se discussões sobre a importância de se pensar a questão ambiental, em um nível baixo, que é sobre a próprio cidade atingida. A garantia de uma meio ambiente equilibrado para as futuras gerações, (Sem vírgula) faz parte de um direito, porém, na prática, pouca ação, fiscalização, comprometimento e debate sobre o assunto não se é visto.
(Boa estratégia coesiva) Com isso, pensar no futuro é trabalhar com a educação ambiental nas escolas hoje, em todos os níveis de ensino. O comprometimento, a preocação e a preocupação da pegada ecológica, (Sem vírgula) começa na sala de aula, em debates e vivências práticas no campo. O Movimento Sem Terra trabalha a educação florestal, agroecológica de manuseio e plantio oferecendo caravanas para assentamentos. Incrementar o ministério da educação e o ministério do meio ambiente nesse movimento coletivo, a colheita será de bons frutos contra os efeitos da crise climática. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 760 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |