[Sem título]
Tema: Aumento da ansiedade em crianças por causa da tecnologia
Enquanto jovens e adultos tornam-se dependentes de narcóticos, crianças experimentam as drogas da geração com a supervisão dos pais: redes sociais, vídeos curtos, luzes azuis emitidas por eletrônicos, e, entre outras comodidades oferecidas pela tecnologia. Quem responsabilizar, os responsáveis; o menor, ou, os pilares governamentais? (Melhore a contextualização do tema)
Considerando esta perspectiva, estudos realizados pelo Instituto Nacional de Saúde na França alegam quê, (Sem vírgula) a denominada Geração Digital (Sem vírgula), é a primeira geração a ter o Q.I (coeficiente de inteligência) inferior aos de seus pais. Pode-se, então, a partir desta alegação, estabelecer um comparativo com outra droga: a Cannabis. E, diante desse fato, associa-se a relação da abstinência, causando ansiedade, dentre outros sintomas, quando o usuário estabelece intervalos maiores entre o consumo. (Explore de modo mais produtivo)
(Boa estratégia coesiva) Além do argumento apresentado anteriormente, o uso de rede sociais por menores, principalmente abaixo da classificação etária indicada para o consumo de tais artifícios, pode gerar danos à saúde física além da mental. A exposição a um grande nível de informações podem acarretar em "educação nociva", criando senso de urgência desnecessário no grupo, o qual a participação da criança é desprezível para a solução do problema. Conclua-se que, (Sem vírgula) o acesso precoce à tecnologia pode afetar negativamente o menor de idade.
(Boa estratégia coesiva) Visto isso, cabe à OMS (Desenvolva a sigla) e as unidades de pesquisa das universidades públicas movimentar, em conjunto, estudos nacionais sobre a pauta. E, diante dos resultados, cabe ao Poder Legislativo aderir uma emenda à lei Marco Civil da Interne, limitando legalmente os conteúdos e o acesso de crianças à internet. Infelizmente, tal pauta, devido as suas complexidades, não pode ser resolvida por uma proposta de curto prazo. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 760 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |