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Tema: Aumento da ansiedade em crianças por causa da tecnologia
A criança é um ser em desenvolvimento; a tecnologia, uma ferramenta indispensável para a sociedade. Todavia, internet e todos os aparelhos eletrônicos que a circundam mais infância é uma combinação que exige cautela, visto que em demasia atrapalha o desenvolvimento infantil, prejudicando-as na escola, no convívio social e, por vezes, na vida adulta. (Melhore a contextualização do tema)
Primeiramente, levando-se em consideração o contexto no qual as crianças estão inseridas em nosso país, cujos índices de violência sempre são alarmantes, fomenta-se, por parte dos pais, que seus filhos não usem mais os espaços urbanos para brincar e socializar com outras crianças. Tendo em mente a premissa de que em casa seus filhos estarão a salvo da violência urbana, eles mesmos estimulam que, desde pequenos, brinquem com celulares e afins. Além do mais, nossa sociedade, por conta da própria tecnologia e toda a noção de urgência que ela provoca no inconsciente humano, encontra-se mais estressada e ainda mais atarefada do que antigamente, quando não havia acesso à internet, acarretando em ligações familiares frágeis, pois muitos pais, na intenção de não serem cobrados pelos filhos e de, assim, conseguirem mais tempo para si mesmos, delegam à tecnologia a função de entreter os filhos, propiciando uma dependência tecnológica desde cedo. É certo que a tecnologia em si não é vilã, mas pelas crianças serem pessoas em formação física e emocional, elas não têm a capacidade de analisar criticamente qualquer conteúdo virtual e são ainda mais vulneráveis à pressão das redes por likes (ideia de aceitação, pertencimento, prestígio), propiciando sérios problemas psicológicos (ansiedade, depressão, estresse, falta de concentração). (Delimite as discussões)
(Boa estratégia coesiva) Sendo assim, a fim de permitir que as crianças se desenvolvam de maneira saudável, a mídia (importante portadora de informação) aliada a campanhas do Ministério da Educação, por exemplo, deveria conscientizar a população a respeito dos limites de acesso das crianças à web, para que os responsáveis por elas reconheçam que impor horários e outras regras é a forma correta de introduzi-las à tecnologia, assim como as empresas do setor devem garantir aos pais meios de controle de conteúdo que podem ou não ser acessados por seus filhos. (Proposta completa)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 200 | Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 200 | Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 840 | Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |