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O aumento da ansiedade em crianças devido à tecnologia tem se tornado uma preocupação crescente entre pais, educadores e profissionais da saúde. Com o avanço das tecnologias digitais, como smartphones, tablets e computadores, as crianças estão cada vez mais expostas a estímulos constantes e imediatos, o que pode sobrecarregar seu sistema nervoso em desenvolvimento. Esse cenário tem levado a um aumento significativo nos níveis de ansiedade entre os jovens, afetando seu bem-estar emocional e social.
Um dos principais fatores que contribuem para a ansiedade tecnológica é o uso excessivo de redes sociais. Essas plataformas podem criar uma pressão constante para que as crianças se comparem aos outros, levando a sentimentos de inadequação e baixa autoestima. Além disso, o medo de ficar de fora das atividades e conversas (conhecido como FOMO, ou "fear of missing out") pode fazer com que as crianças sintam uma necessidade compulsiva de estar sempre conectadas, resultando em um estado de alerta contínuo e ansiedade. (Melhore a apresentação dessa discussão. Argumento pertinente)
(Boa estratégia coesiva) Outro aspecto importante é a interrupção do sono causada pelo uso excessivo de dispositivos eletrônicos, especialmente antes de dormir. A luz azul emitida por telas pode interferir na produção de melatonina, o hormônio que regula o sono, dificultando o adormecimento e reduzindo a qualidade do descanso. A falta de sono adequado é um fator de risco conhecido para a ansiedade e outros problemas de saúde mental, fazendo com que as crianças que utilizam dispositivos eletrônicos em excesso fiquem mais propensas a esses transtornos.
(Boa estratégia coesiva) Para mitigar o impacto negativo da tecnologia na saúde mental das crianças, é essencial que pais e educadores promovam um uso equilibrado e consciente desses dispositivos. Estabelecer limites claros de tempo de tela, encorajar atividades ao ar livre e momentos de desconexão, além de monitorar o conteúdo acessado pelas crianças, são medidas importantes para ajudar a reduzir os níveis de ansiedade. Também é crucial promover um diálogo aberto sobre os efeitos da tecnologia e ensinar estratégias de autocuidado e gestão do tempo. Ao adotar essas práticas, podemos proteger a saúde mental das crianças e garantir que a tecnologia seja utilizada de forma benéfica e equilibrada. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
200 |
Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 |
160 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
160 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
200 |
Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
160 |
Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
880
|
Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |