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A Revolução Francesa de 1789 foi o berço de todos os direitos e deveres construídos na contemporaneidade, tais quais a liberdade e igualdade. No entanto, a questão do "Aumento da ansiedade em crianças por causa da tecnologia "é incongruente com esses princípios históricos, em virtude de erros dos pais e entes públicos. Assim, urge a análise precisa do imbróglio, à luz de questões normativas e educacionais.
Sob viés, cabe ressaltar, em primeiro plano, que o problema acontece por negligência parental e falhas governamentais. Dentro desse aspecto, o filósofo Platão afirma que a política é a esfera para realização do bem comum – o que não é levado a sério pelos estadistas (Melhore a apresentação dessa discussão). Isso ocorre porque há falta de políticas públicas que incentivem as crianças a se desvincular da tecnologia para seu próprio bem. Posto isso, irá ajudar o desempenho cognitivo das crianças.
(Boa estratégia coesiva) Outrossim, é imperioso destacar, em segundo plano, que as lacunas escolares também são um motivo do óbice. Como não há uma educação de qualidade para preparar a criança para usar a tecnologia quando necessário, a adversidade persiste e consequências como não conseguir realizar algo sem ajuda da internet são frequentes. Logo, deve-se aplicar o pensamento de Nelson Mandela que afirmar “a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, para mudança do quadro retratado. (Reestruture a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Fica evidente, portanto, que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, os interlocutores da informação, como noticiários televisivos e canais da imprensa em outras plataformas, responsáveis por informar e conscientizara população, devem promover a relevância sobre a ansiedade em crianças por meio de vídeos e debates com especialistas na área. Isso com a finalidade de amenizar essa doença mental que afeta tanta gente de várias faixas etárias. Logo, "Aumento da ansiedade em crianças por causa da tecnologia" será intermediado no século XXI. (Proposta completa)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
200 |
Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 |
160 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
160 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
200 |
Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
200 |
Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
920
|
Excelente trabalho! A redação está dentro dos padrões de excelência do ENEM, apresentando uma argumentação clara e bem fundamentada, além de uma linguagem adequada e rica em recursos. Parabéns pela conquista!
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |