A prática que atrasa a educação
Tema: A prática persistente do bullying nas escolas do Brasil
Compreende-se o bullying nas escolas do Brasil como a ação de prejudicar alguém psicologicamente e fisicamente, como diz o site do BrasilEscola quando pesquisado na Internet acerca do assunto (Evite esse tipo de construção). Tem-se que a sensação de dominação e submissão exercida entre o agressor e a vítima é um determinante, isto, pois a vítima fica vulnerável perante a intimidação do agressor, como o caso do massacre de Suzano, onde um grupo de atiradores entraram armados e dispararam contra os estudantes. Assim, o bullying persiste por ser eufemizado como "uma brincadeira", principalmente por "serem jovens demais para serem maus."
Em primeiro lugar, não é uma brincadeira que gerará escândalos como o massacre de Suzano, na escola Raul Brasil, onde ficaram dezenas de feridos e mortos, isto por o grupo de atiradores terem ligações a comunidades on-line onde almejavam práticas de bullying e, até, de neonazismo, como revelou o G1. Logo, observa-se que o sentimento de dominação que o praticante do dolo comete sobressai a empatia pela pessoa agredida, portanto, caracterizará-se uma violência ao atingido. Porém, o bullying não tem atenção que deveria ter quando está em seu início, sendo "levado a sério" apenas quando ocorre algo grave.
(Uso inadequado do operador argumentativo) Portanto, como reveleu o jornal Estado de Minas, aonde um adolescente de 14 anos, que já não era mais aluno, esfaqueou outros alunos que cometeram bullying contra o jovem enquanto era estudante. Isto revela que, (Sem vírgula) a persuassão do bullying é ignorada e ganha notoriedade apenas quando episódios traumáticos acontecem; (Vírgula) além de que, se tratando da juventude, o bullying é amenizado por não acreditarem na capacidade agressiva dos juvenis. (Melhore a apresentação da discussão)
(Boa estratégia coesiva) Diante do exposto, afim a fim de inibir mais adversidades educacionais nas redes de ensino brasileiras, é necessário dar a atenção para as queixas de bullying e jamais obsoletar os causadores e os alvejados pelas torpes declarações. Por conseguinte, intervir é difícil e precisa ir afinco no problema, assim é obrigação do Ministério da Educação e Cultura, MEC, manter uma boa comunicação com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, MJSP, para garantir segurança nas escolas e levar atendimento especializado em tratar casos de desobediência à integridade do outrem, para, enfim, garantir um ambiente escolar seguro para os educandos. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |