A prática que atrasa a educação

Tema: A prática persistente do bullying nas escolas do Brasil

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 21/05/2024
Nota tradicional: 720
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Compreende-se o bullying nas escolas do Brasil como a ação de prejudicar alguém psicologicamente e fisicamente, como diz o site do BrasilEscola quando pesquisado na Internet acerca do assunto (Evite esse tipo de construção). Tem-se que a sensação de dominação e submissão exercida entre o agressor e a vítima é um determinante, isto, pois a vítima fica vulnerável perante a intimidação do agressor, como o caso do massacre de Suzano, onde um grupo de atiradores entraram armados e dispararam contra os estudantes. Assim, o bullying persiste por ser eufemizado como "uma brincadeira", principalmente por "serem jovens demais para serem maus."

Em primeiro lugar, não é uma brincadeira que gerará escândalos como o massacre de Suzano, na escola Raul Brasil, onde ficaram dezenas de feridos e mortos, isto por o grupo de atiradores terem ligações a comunidades on-line onde almejavam práticas de bullying e, até, de neonazismo, como revelou o G1. Logo, observa-se que o sentimento de dominação que o praticante do dolo comete sobressai a empatia pela pessoa agredida, portanto, caracterizará-se uma violência ao atingido. Porém, o bullying não tem atenção que deveria ter quando está em seu início, sendo "levado a sério" apenas quando ocorre algo grave.

​​​​​​(Uso inadequado do operador argumentativo) Portanto, como reveleu o jornal Estado de Minas, aonde um adolescente de 14 anos, que já não era mais aluno, esfaqueou outros alunos que cometeram bullying contra o jovem enquanto era estudante. Isto revela que, (Sem vírgula) a persuassão do bullying é ignorada e ganha notoriedade apenas quando episódios traumáticos acontecem; (Vírgula) além de que, se tratando da juventude, o bullying é amenizado por não acreditarem na capacidade agressiva dos juvenis. (Melhore a apresentação da discussão)

​​​​​​(Boa estratégia coesiva) Diante do exposto, afim a fim de inibir mais adversidades educacionais nas redes de ensino brasileiras, é necessário dar a atenção para as queixas de bullying e jamais obsoletar os causadores e os alvejados pelas torpes declarações. Por conseguinte, intervir é difícil e precisa ir afinco no problema, assim é obrigação do Ministério da Educação e Cultura, MEC, manter uma boa comunicação com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, MJSP, para garantir segurança nas escolas e levar atendimento especializado em tratar casos de desobediência à integridade do outrem, para, enfim, garantir um ambiente escolar seguro para os educandos. (Proposta incompleta)

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 160 Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 160 Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 120 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 160 Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 120 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 720 A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.

Legenda de competências

Competência Descrição
1 Domínio da modalidade escrita formal
2 Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa
3 Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista
4 Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação
5 Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos