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Mesmo com o terrível Massacre de Columbine em 1997 dando destaque mundial à importância de se combater o bullying, em 2017 ocorreu um episódio semelhante: o Massacre de Suzano. Ademais, a FLACSO em 2015 revelou que 69,7% dos estudantes relatam ter presenciado bullying (Melhore a progressão de ideias). Se é um problema antigo que já ocasionou eventos marcantes por sua causa, por que a prática ainda persiste?
Assim como as doenças voltam quando a população não se vacina, o bullying também quando se esquece de sua problemática, porque se um indivíduo termina os estudos sem sofrê-lo e não é exposto a conteúdo retratando-o, tende a não se preocupar se seu primogênito irá passar por tal (Melhore a apresentação dessa discussão). O pior é que quando a prática volta, não exibe sintomas evidentes como as doenças. Ela é sutil, pois as vítimas tendem a guardar para si o sofrimento. Por isso, os familiares devem estar sempre atentos para detectá-lo, percebendo alterações no comportamento e, principalmente, qualquer aversão à escola.
(Melhore a estratégia coesiva) Se a violência na escola é de difícil detecção, o cyberbullying pode ser ainda mais. Mesmo com os jovens cercados pela tecnologia, muitos pais, especialmente os leigos a seu respeito, não monitoram a atividade dos filhos nas redes sociais, que é onde podem ser atacados por qualquer pessoa de qualquer lugar. A internet se torna um agravador e extensão do que se padece no âmbito escolar, pois os comentários maldosos de seus colegas podem ser levados para fora dele, desde que se tenha um smartphone com conexão à rede. Portanto, é primordial que os cuidadores estejam alertas não apenas fisicamente, mas também digitalmente com os filhos.
(Melhore a estratégia coesiva) Como a prática ainda persiste mesmo após anos de existência, é necessário (Vírgula) de forma perene, informar e combater ao mesmo tempo. É imprescindível que o MEC (Desenvolva a sigla) promova nas escolas públicas pelo menos uma palestra por ano acerca do bullying para pais e filhos, conscientizando a todos e suscitando empatia nos praticantes. No final, cada aluno conversaria em particular com um psicólogo para que revele com segurança se sofre bullying, permitindo que a escola e os responsáveis estejam cientes do problema e trabalhem em conjunto para resolvê-lo. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
160 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
160 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
120 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
120 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
120 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
680
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |