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Cada vez mais, percebemos como os casos de prática de bullying nas escolas vem crescendo deliberadamente. Esse fato é observado em notícias de jornais locais com casos de ofensas verbais relacionadas à cor, peso e fenótipos. Também observa-se casos que repercutiram a nível nacional, como o do menino Carlos Gomes que veio à a falecer recentemente devido à agressão física causada por colegas da escola em que estudava. (Melhore a contextualização e formule a tese)
Estudos demonstram que os bullies (em tradução livre, valentões) em sua maioria são crianças e adolescentes com problemas familiares e de autoestima. Sendo assim, a raiz do problema está muito além do que imaginamos. O ser humano começa sua fase de desenvolvimento de personalidade ainda cedo, por volta dos 7 a 8 anos de idade. O ambiente em que a criança se encontra vai refletir na atitude da mesma, pois nessa fase de desenvolvimento, ela é como uma esponja absorvendo todos os comportamentos que ela presencia de adultos ao seu redor. (Discussão pertinente. Explore de modo mais produtivo)
(Melhore a estratégia coesiva) Nota-se em mídias como livros, filmes e séries voltados para o público juvenil (essas mídias que, de certa forma representam a realidade), todo o caminho que uma criança percorre até se tornar um bullie. É visto que a criança sofre e/ou presencia constantes agressões físicas e verbais. Ao vivenciar tal comportamento violento vindo de adultos, ela passa a reproduzi-los com seus colegas de escola, pois foi dessa forma que ela aprendeu a se expressar. (Apresente dados)
(Melhore a estratégia coesiva) Uma boa iniciativa para diminuir os casos de bullying é investir em campanhas para a conscientização à a respeito de saúde mental no ambiente familiar. Buscar a raiz do problema sempre é eficiente para cessá-los de vez. Políticas públicas para o fácil acesso à a profissionais de psicologia e psiquiatria também devem ser implementadas. Por último e não menos importante, a conscientização das crianças e adolescentes no ambiente escolar e criação de políticas anti-bullying mais rigorosas, como suspensões e expulsões em casos mais graves. (Não apresentou a proposta de intervenção propriamente dita)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
160 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
160 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
120 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
120 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
80 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
640
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |