Conservação do ensino qualificativo aos deficientes visuais: uma realidade não concretizada no Brasil.
Tema: Desafios na inclusão de deficientes visuais na educação
A educação é um direito social garantido por lei pela Constituição. Contudo, nota-se insuficiências nessa atribuição no que respeita às políticas de integracão de deficientes visuais na educação. Com efeito, a má administração dos recursos educacionais e a falta de melhoramento profissional dos educadores são fatores agravantes desta problemática. (Melhore a apresentação da discussão apresentada)
A princípio, é apto salientar que o avanço da tecnologia auxiliou os meios de inclusão. O Braille – material antes feito de maneira artesanal – hoje é operado por computadores de maneira prática, ajudando a suprir tal necessidade. Porém, o engenheiro de software Leonardo Gleison, pelo canal Incrunet, alega que poucas escolas desfrutam do sistema braille, limitando a acessibilidade de milhares de estudantes. Nesse viés, é válido afirmar que a má distribuição de recursos prejudica a qualidade de ensino de estudantes cegos e de baixa visão.
(Boa estratégia coesiva) Seguindo tal lógica, de acordo com pesquisas realizadas pelo Centro de Apoio Pedagógico às Pessoas com Deficiências Visuais (CAP), educandos afirmam que a falta de qualificação de educadores gera divergências na educação. Por sua vez, professores preparados são capazes de aperfeiçoar sua metodologia, além de saber lidar e interagir com os estudantes cegos. Por isso, é mister a ação da sociedade na contemplação deste fato.
(Boa estratégia coesiva) Portanto, é vital erradicar os entraves associados à inclusão de deficientes visuais na educação. Destarte, cabe ao Estado, mediante o sancionamento de políticas, reajustar a administração e fornecer verbas às instituições a fim de suprir a demanda de materiais didáticos. Ademais, é crucial a colaboração da coordenação escolar por meio de projetos auto qualificados especializar lecionadores na rede de ensino. Assim, efetivar-se-á o acesso de deficientes visuais na educação conforme a lei constitucional.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 160 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 200 | Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 880 | Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |