A importância da inclusão na educação
Tema: Desafios na inclusão de deficientes visuais na educação
De acordo com a Lei n°13.146, é dever do Estado e da sociedade garantir que pessoas com deficiência visual tenham acesso à educação. Todavia, no Brasil há certos desafios que dificultam o exercício desse direito como a falta de preparo profissional e desigualdade de oportunidades. Então, é pertinente que haja uma discussão acerca do assunto na busca de soluções para a problemática.
Em primeira análise, deve-se compreender a indispensabilidade do acesso dessas pessoas ao conhecimento. O ativista Nelson Mandela disse que a educação é a arma mais poderosa para se mudar o mundo. Logo, sem esse acesso, esses cidadãos podem sofrer com desigualdades e discriminação quando forem para o mercado de trabalho, por exemplo. Desse modo, é de extrema importância que os cegos e os de baixa visão possam exercer esse direito para lutar pelo seu lugar no mundo. (Melhore a apresentação dessa discussão)
(Boa estratégia coesiva) Em segunda análise, deve-se observar o impacto causado pela falta de profissionais adequados. Desde o Império brasileiro, o sistema braille (uma das formas dos cegos lerem e escreverem) é adotado no país, porém são poucas as escolas que oferecem materiais didáticos adaptados para esse sistema e educadores para auxiliar os alunos. Isso, além de impedir a inclusão desses alunos, desestimula-os a frequentar a escola. (Explore de modo produtivo)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, é necessário que o governo federal, por meio do Ministério da Educação, invista em acessibilidade voltada para pessoas cegas ou de baixa visão em escolas públicas. Pode-se oferecer materiais em braille ou em tamanhos maiores para facilitar a leitura. Também, é válido que haja um treinamento dos profissionais da educação a fim de que saibam como tratar da melhor forma os alunos deficientes. Dessa maneira, haverá mais modos de incluir esses cidadãos na sociedade e assegurar-lhes os seus direitos. (Não apresentou a proposta propriamente dita)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 200 | Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 80 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 760 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |