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No livro “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade ideal, na qual se tem ausência de problemas sociais. No entanto, isso não é bem observado, ao ser possível perceber empecilhos na questão da inclusão dos deficientes visuais no âmbito educacional. Dessa forma, torna-se indispensável elaborar medidas eficazes para que tais obstáculos sejam minimizados na realidade contemporânea.
Em primeira análise, um dos conceitos mais trabalhados por Paulo Freire, renomado educador brasileiro, é o diálogo entre o professor e o estudante, tendo entre ambos uma conexão de pensamentos críticos. Entretanto, há uma barreira no meio dos dois lados, visto que há a falta de preparação profissional para o público mencionado. Nesse sentido, faz-se necessário refletir sobre a incompleta formação acadêmica, já que não é orientado desde seu início a se relacionar com pessoas desse tipo, levando a confrontar carências de comunicação e informação. Logo, é necessário converter esse contexto. (Melhore a apresentação da discussão)
(Boa estratégia coesiva) Paralelamente, a ausência de empatia no ambiente escolar é uma das importantes causas da temática. Nesse viés, isso é apresentado no longa-metragem brasileiro “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, no qual o protagonista, Leonardo, é um adolescente cego e enfrenta problemas ao longo do enredo, principalmente com as brincadeiras de mal gosto no panorama colegial. Diante disso, é preciso debater sobre a exclusão social existente nesse cenário, uma vez que nele o processo de socialização é fortalecido, e a sua fragilização pode acarretar sérias consequências, como transtornos mentais e emocionais.
(Boa estratégia coesiva) Portanto, levando-se o que foi exposto, é fundamental serem feitas intervenções para amenizar tais impasses. Por isso, urge que o Estado, responsável pela garantia do bem-estar dos cidadãos, crie metodologias e preparações competentes de ensino para os estudantes com deficiência visual, por meio do Ministério da Educação, a fim de que haja uma harmonia coletiva entre as pessoas com necessidades especiais e a sociedade. Além disso, vale ressaltar que a escola deve sensibilizar sobre as pegadinhas elaboradas pelos alunos, visando diminuir os casos de desordem escolar.