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A Revolução Francesa de 1789 foi o berço de todos os direitos e deveres construídos na contemporaneidade, tais quais a liberdade e igualdade. No entanto, a questão dos desafios na inclusão de deficientes visuais na educação, incongruente com esses princípios históricos, em virtude de erros de entes públicos e coletivos. Assim, surge a análise precisa do imbróglio, à luz de questões normativas e educacionais.
Sob esse viés, cabe ressaltar, em primeiro plano, que o problema acontece por falhas governamentais. Dentro desse aspecto, o filósofo Platão afirma que a política é a esfera para realização do bem comum, o que não é levado a sério pelos estadistas. Isso ocorre porque há falta de políticas públicas para inclusão de deficientes visuais na sociedade. Posto isso, os governantes juntamente do Estado precisa rescindir novas oportunidades para que essa inclusão possa acontecer.
Outros sim, é imperioso destacar, em segundo plano, que as lacunas escolares também são um motivo do óbice. Como não há educação de respeito e solidariedade com os demais deficientes, já que muitos alunos tem deveras preconceito, a adversidade persiste e consequências como a falta de educação sobre os desão frequentes. Logo, deve-se aplicar o pensamento de Nelson Mandela que afirma "a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo", para mudança do quadro retratado.
(Boa estratégia coesiva) Fica evidente, portanto, que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, as escolas e demais ambientes frequentados podem fornecer imagens ampliadas, gravar o conteúdo em áudio e também descrever as figuras para os alunos, caracterizando a imagem e sua posição. Isso com a finalidade de incluir deficientes visuais em espaços de ampla convivência. Logo, os Desafios na inclusão de deficientes visuais na educação será intermediado no século XXI.