Combate aos desafios na inclusão escolar.
Tema: Desafios na inclusão de deficientes visuais na educação
A Declaração Universal dos Direitos Humanos – promulgada em 1948 pela ONU (Desenvolva a sigla)– assegura a todos os indivíduos o direito à educação. Todavia, a inclusão de deficientes visuais na educação é um obstáculo que não apenas contradiz, mas negligencia a aplicação dos ideais presentes no documento. Sendo assim, a fim de obter medidas relevantes, convém analisar a falta de profissionais capacitados e a inoperância do Estado.
Diante desse cenário (Vírgula) a ausência de especialistas afeta progressivamente a incorporação de cegos no ensino brasileiro. Esse contexto reforça a ideia da escritora Djamila Ribeiro de que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para encontrar soluções. Por isso, os deficientes visuais são afetados pela escassez de professores qualificados, haja visto que a rede educacional não prepara e transmite conhecimentos a esse respeito. Logo, faz-se necessário profissionalizar e buscar soluções para o problema.
(Boa estratégia coesiva) Além disso, a adversidade na inserção de pessoas cegas na educação possui relação com a omissão governamental. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Apenas uma em cada quatro pessoas com deficiência concluiu o Ensino Básico Obrigatório. Assim, é possível perceber que o faltam ações estatais efetivas, como o aumento do investimento em ensino igualitário. Desse modo, para mudar as estatísticas, o poder público deve agir imediatamente.
(Boa estratégia coesiva) Diante disso, o Ministério da Educação, instituição pública responsável pela formação educacional dos indivíduos, deve promover programas de capacitação para os educadores sobre a inclusão de deficientes visuais nas escolas. Isso pode ser feito por meio de debates e aulas com o objetivo de qualificar o ensino inclusivo. Dessa maneira, os direitos previstos no DUDH serão cumpridos. (Proposta completa)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 200 | Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 840 | Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |