Manu T. - A educação do deficiente visual atrelada tanto a falta do ensino ao Brailli nas faculdades de licenciatura como o descaso governamental que ocasiona uma falha na educação social dos cegos

Tema: Desafios na inclusão de deficientes visuais na educação

[Redação sem título]
Corrigida tradicionalmente Enviado em 12/03/2024
Nota tradicional: 720 Nota IA: 400 / 1000
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Texto enviado

No filme "Hoje eu quero voltar sozinho", é retratado um garoto cego, em que ele passa por sérios problemas de não conseguir ter total independência social e locomotora, por causa de sua condição física. Assim, como na obra cinematográfica, existem, no Brasil, pessoas cegas que passam por dificuldades não só de locomoção e de convívio comunitário, mas também educacional. Com isso, tanto a falta de preparo por parte dos professores para lidar com alunos cegos como a negligência Estatal na fiscalização e na obrigatoriedade de locais públicos serem plenamente acessíveis são pontos-chave na problemática da inclusão de deficientes visuais na educação. 

Primeiramente, professor mal preparado não tem capacidade e técnica para ensinar adequadamente os estudantes cegos. Diante dessa perspectiva, é válido destacar que não há obrigatoriedade, nas faculdades de licenciatura, o aprendizado do Braille - linguagem em relevo caracterizada por agrupamentos delimitados de bolinhas. Nesse âmbito, os professores licenciados, normalmente, não aprendem tal linguagem, já que não são obrigados. Por consequência, eles acabam por excluir, de certo modo, seus alunos cegos, posto que precisam de uma terceira pessoa, que muitas vezes não é formada na área e não tem competência para ensinar ela, para auxiliar na tradução e escrita do Braille, o que dificulta muito para tirar as dúvidas das matéria ensinada e até mesmo aprendê-la. Desse modo, isso é uma falta educacional seja para o mestrado cego que não terá um direto apoio estudantil do seu mestre licenciado (Vírgula) seja para o professor que não consegue sozinho dar tarefas escritas para seu aluno. (Delimite as discussões)

(Boa estratégia coesiva) Segundamente, lugares públicos sem acesso adequado para deficientes visuais afeta seu aprendizado social. Com essa visão, na Constituição Brasileira, há a obrigatoriedade do pleno bem-estar comunitário à pessoa com deficiência visual. Todavia, existem locais que impedem seu livre acesso aos cegos, por exemplo, restaurantes que não possuem cardápios em brailli e calçadas sem marcadores no chão. Nesse viés, tal cenário agrava diretamente o deficiente visual na sua própria localização comunitária, pois como praticamente sempre necessita de alguém para auxiliá-lo em tarefas simples, ler e pedir comida em restaurantes ou andar pelas calçadas, fica, de certa maneira, privado da sociedade. Consequentemente, tal dificiente não consegue aprender sobra ela e viver nela plenamente. Dessa forma, é nesse ponto que entra a negligencia governamental, pois o papel do Estado é fiscalizar e fazer cumprir os direitos dos cegos, e como está existindo esse descaso social para com essa parcela populacional isso demonstra o quanto o governo prefere ser um agente passivo e não se importar com ela - é mais cômodo para os governantes não fazer nada para mudar tal realidade. (Cuidado com esse tipo de abordagem. Reestruture)

(Boa estratégia coesiva) Portanto, medidas são necessárias para a reversão dessa chaga inaceitável. Para isso, compete ao Mistério da Educação - órgão responsável pelos direitos educacionais, por meio da criação de uma lei, não só tornar o aprendizado obrigatório do Brailli nos cursos de licenciatura , mas também que seja obrigatório a construção de calçadas com marcadores para cegos e a escrita em Brailli nos cardápios dos restaurantes. Tudo isso tem por objetivo, (Sem vírgula) tornar o cidadão cego mais coeso socialmente e os licenciados aptos a darem aula a eles diretamente. Assim, finalmente o país tupíniquim será melhor para se viver e não mais refletirá o filme "Hoje eu quero voltar sozinho". (Cuidado com o tangenciamento)

Correção tradicional

Critério Nota Observações
Competência 1 160 Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita.
Competência 2 120 Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão.
Competência 3 120 Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista.
Competência 4 200 Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.
Competência 5 120 Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto.
Nota final 720 A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
Competências Avaliadas (IA) Critérios oficiais do Enem
Nota final: 400 / 1000
Competência 1 Domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa
80 / 200

Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita.

Competência 2 Compreensão da proposta e aplicação de repertório sociocultural
80 / 200

Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão.

Competência 3 Seleção, organização e interpretação de informações em defesa do ponto de vista
80 / 200

Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.

Competência 4 Domínio dos mecanismos linguísticos de argumentação e coesão
80 / 200

Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações, e apresenta repertório limitado de recursos coesivos.

Competência 5 Elaboração de proposta de intervenção social para o problema abordado
80 / 200

Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.

Competência 1 Domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa
80 / 200

Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita.

Competência 2 Compreensão da proposta e aplicação de repertório sociocultural
80 / 200

Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão.

Competência 3 Seleção, organização e interpretação de informações em defesa do ponto de vista
80 / 200

Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista.

Competência 4 Domínio dos mecanismos linguísticos de argumentação e coesão
80 / 200

Articula as partes do texto, de forma insuficiente, com muitas inadequações, e apresenta repertório limitado de recursos coesivos.

Competência 5 Elaboração de proposta de intervenção social para o problema abordado
80 / 200

Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto.

Nota final (somatória) Soma de todas as 5 competências
400 / 1000
Parecer Pedagógico Geral

A redação apresenta linguagem informal em alguns trechos, o que compromete o domínio da escrita formal em língua portuguesa. Além disso, há problemas de coesão e coerência, bem como falta de argumentação mais consistente. A proposta de intervenção é apresentada, mas poderia ser mais detalhada e articulada com os argumentos desenvolvidos ao longo do texto.