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Recentemente, o caso "Jéssica Vitória e Whindersson" foi retrato do ódio e crueldade. Jéssica, uma jovem de 22 anos, foi vítima de uma "Fake news" que alegava um relacionamento amoroso falso com o "YouTuber" Whindersson Nunes. Após o episódio, cometeu suicídio em decorrência do cancelamento sofrido pela rede social. Com isso, é possível notar explicitamente a influência maléfica que a prática sórdida do cancelamento virtual na internet pode causar à saúde mental. Logo, torna-se urgente analisar os precípuos impactos do cancelamento virtual à saúde mental: o trauma gerado pelo ódio e o isolamento social que acarreta em patologias.
Primeiramente, é mister analisar o trauma gerado pelo ódio como impacto negativo à saúde mental. Segunda a Declaração Universal dos Direitos Humanos, em seu artigo primeiro, "Todos os seres humanos nascem livres em dignidade e direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para os com os outros com espírito de fraternidade". A premissa explicita que o ser humano deve ser consciente e digno e, em especial, fraternal - afetuoso, amigável, cordial. Contudo, hoje é visível que a proposição tem sido contrariada ao observar o ódio gerador de traumas aplicado constantemente nas redes sociais. Dessarte, urge mudança para que não se perdure tal conjuntura de óbice.
(Boa estratégia coesiva) Ademais, o isolamento social - gatilho de patologias mentais - é destruidor da saúde mental. Mediante o escritor norte-americano Matthew Quick, "Quando o nosso coração está repleto de empatia, um forte desejo de eliminar o sofrimento alheio surge dentro de nós." (Ficou sem sentido) A proposição exalta o uso da empatia para o findar do sofrimento de nosso semelhante. Entretanto, analisada a conjuntura hodierna com a prática do cancelamento virtual extremamente frequente, é indubitável a prática da antipatia no lugar da empatia. Essa antipatia, (Sem vírgula) leva ao isolamento social que culmina nas patologias mentais. Logo, necessita-se ação para a mudança.
(Boa estratégia coesiva) Portanto, é essencial a mudança para o retroceder do panorama. Por isso, para combater os impactos do cancelamento virtual na saúde mental, é necessário que o Poder Público, (Sem vírgula) promova severa fiscalização e constante conscientização dos atos praticados virtualmente, por meio de políticas públicas que garantam efetividade, para que se crie indivíduos conscientes dos males do cancelamento e ainda penalize devidamente os praticantes de atos criminosos. Só assim, indivíduos saberão das consequências do cancelamento virtual para a saúde mental e casos como o de Jéssica não serão mais tristemente anunciados.