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Em 2017, o movimento Me Too compartilhou várias denúncias de assédio sexual, que culminaram em demissões de homens influentes após essas acusações públicas. Paralelamente, observa-se a manutenção dessa cultura, gerando impactos desse cancelamento virtual na saúde mental dos afetados. Dessa forma, entende-se a falta de empatia humana e a negligência governamental como causas do óbice. (Melhore a contextualização do tema para que sua ideia seja apresentada com clareza)
De início, é fulcral destacar o egoísmo como propulsor da problemática. De acordo com o filósofo Thomas Hobbes, ''O homem é o lobo do homem''. Segundo ele, somos instigados pela busca por satisfação, colocando nossos interesses acima dos interesses de outros. Nesse sentido, nota-se que a propagação imediata dessas informações culmina num intenso linchamento virtual, sem quaisquer ponderações dos fatos e dos efeitos negativos que são gerados na saúde mental dos indivíduos. Logo, faz-se mister a modificação desse cenário. (Explore de modo mais produtivo)
(Boa estratégia coesiva) Outrossim, é imperativo salientar que a negligência governamental é outro fator corroborante para a constância da chaga social. Conforme Friederich Hegel, é dever do estado proteger seus ''filhos'''. Entretanto, o que ocorre é o oposto do idealizado por Hegel, visto que a ausência de fiscalização das entidades estatais representa uma omissão do governo, ao não proteger os cidadãos. (Explore mais a discussão)
(Boa estratégia coesiva) É evidente, portanto, a necessidade de medidas que atenuem os impactos do cancelamento virtual na saúde mental. Cabe à mídia – principal canal de interlocução entre o governo e a sociedade– , divulgar comerciais interativos abordando as consequências desse ato, com a finalidade de combater o seu desenvolvimento. Assim, será possível tornar a internet um meio seguro e confiável, sem qualquer ameaça e constrangimento aos seus usuários. (Faltou apresentar o meio)