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Recentemente, no Brasil, o caso de Jéssica — vítima de falsa acusação nas redes sociais, que, infelizmente, resultou em seu suicídio — evidenciou os impactos negativos do cancelamento virtual na saúde mental. Em vista do exposto, o problema está na forma como ocorre esse cancelamento, com julgamentos, punições e perseguições por um Estado ilegítimo e de caráter punitivo. Nesse triste contexto, surge a necessidade de impedir que ocorram impactos negativos na saúde mental, uma vez que o problema é uma ameaça ao cidadão, ao tratar-se de um Estado ilegítimo aplicando uma justiça paralela.
No videoclipe "A Queda", de Glória Groove, sob uma atmosfera proposital de terror, surgem denúncias ao cancelamento virtual, evidenciando o impacto do medo que as pessoas têm em serem vítimas do cancelamento. Em suma, isso não está longe do efeito do silenciamento — pensado por Hannah Arendt, filósofa moderna, em sua obra "Eichmann em Jerusalém" —, no qual faz as pessoas sentirem medo em se expressarem publicamente e, por consequência, sofrerem punições, que, no cancelamento virtual, são promovidas por uma espécie de Estado ilegítimo e de caráter punitivo. Vale destacar que esse Estado ilegítimo ou paralelo, embora não aparente, tenta aplicar suas próprias regras, com julgamentos, punições e perseguições contra as vítimas.
(Melhore a estratégia coesiva) No caso de Jéssica, o impacto na saúde mental foi tão grande que resultou em seu suicídio, motivado pela falsa acusação criada e julgada por essa espécie de justiça paralela nas redes sociais. Quanto a isso, faz-se necessário aprovar o PL(projeto de lei) 2630/2020, que regulamenta as redes sociais, obrigando-as a assumirem deveres e responsabilidades sobre os conteúdos publicados, uma medida contra empresas que priorizam o lucro acima dos impactos negativos na saúde mental e na segurança das pessoas. Ademais, a sociedade deve ser conscientizada de o perigo de um Estado ilegítimo exercer uma justiça paralela, uma vez que só deve existir um Estado e uma justiça que sigam a Constituição federal em vigor, e não um grupo de usuários que acusa, julga e aplica punições.
(Boa estratégia coesiva) Portanto, o governo federal, por meio do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, deve conscientizar a sociedade sobre o fato de o cancelamento virtual ser uma forma de justiça paralela e de um Estado ilegítimo, podendo ser realizado com campanhas educativas em locais públicos e nas redes sociais e com a presença de influenciadores digitais, juristas e profissionais da saúde mental. Assim, com essa conscientização, a fim de desarticular esse Estado ilegítimo, será possível impedir que o cancelamento cause mais impactos na saúde mental. Ademais, o governo federal, juntamente com o Congresso Nacional, deve aprovar o PL 2630/2020, visando regulamentar as redes sociais e trazer mais segurança aos usuários. (Proposta completa)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
200 |
Nível 5 - Demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita serão aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizem reincidência. |
| Competência 2 |
160 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
160 |
Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
200 |
Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
200 |
Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
920
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Excelente trabalho! A redação está dentro dos padrões de excelência do ENEM, apresentando uma argumentação clara e bem fundamentada, além de uma linguagem adequada e rica em recursos. Parabéns pela conquista!
|
Correção por IA
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
80
|
Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
160
|
Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 3 |
120
|
Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 4 |
80
|
Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Competência 5 |
120
|
Demonstra domínio insuficiente da modalidade escrita formal da língua portuguesa, com muitos desvios gramaticais, de escolha de registro e de convenções da escrita. |
| Nota final |
560
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |