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Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de problemas e conflitos. Analogamente a obra, na realidade contemporânea é possível perceber a problemática da violência nas escolas, visto que não possuem as medidas preventivas que coíbam as ocorrências em virtude da lacuna educacional e inoperância estatal.
Precipuamente, é fulcral as escolas formularem um planejamento estratégico para a boa convivência no ambiente educacional. Zygmunt Bauman defende que “Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas”, ou seja, a violência não é uma ação que irá agregar no âmbito escolar para a mudança da sociedade (Vírgula) e sim as atitudes de reversão para o imbróglio. Sendo assim, gera um convívio com mais união e respeito por todos entre si. (Explore mais a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Além disso, é coerente apontar que a negligência governamental tem se mostrado um complexo dificultador para a amenização de violências nas escolas. Nesse contexto, Thomas Hobbes afirma que o Estado é responsável pelo bem-estar coletivo, entretanto, isso não ocorre nas instituições escolares do Brasil uma vez que não há regras promulgadas para um melhor sistema ensino e fiscalização de segurança. Desse modo, haverá falta de ética e vistorias no âmbito escolar. (Explore mais a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, faz-se necessário uma intervenção. Para isso, o MEC deve incluir treinamento psicológico com foco nos discentes para a capacitação dos profissionais em pedagogia, a fim de reverter a inoperância governamental presente no problema. Paralelamente é preciso intervir na lacuna educacional. Dessa forma, os fatos não serão ignorados e poderão deixar de existir. (Proposta incompleta)