Nem todos participaram do trote universitário
Tema: Debate sobre a cultura do trote universitário
Sancionada pelo ex-governador Mário Covas, a Lei 10.455/99 coíbe a prática de qualquer tipo de trote em detrimento da saúde mental e integridade física dos calouros nas universidades. No entanto, apesar do suporte jurídico em vigor, nota-se a persistência da cultura do trote nas instituições de ensino superior. Isso ocorre não somente pela negligência estatal universitário para a penalização devida desse atos, mas também pela passividade em relação ao óbice. (Formulou a tese)
A priori, é relevante apontar que, (Sem vírgula) a negligência estatal universitária a respeito dos trotes corrobora cada vez mais para o agravamento desses atos. Nesse sentido, o filósofo inglês Thomas Hobbes alega que o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, o que não acontece na prática, haja vista a necessidade de debater sobre os rituais de trote no ensino superior (Apresente a ideia com mais produtividade). Nessa perspectiva, é inadiável que a assistência a esses indivíduos seja alcançada a partir de medidas governamentais.
(Boa estratégia coesiva) Outrossim, é notório que tal contexto hostil encontra-se em passividade. Intitulado como "O Trote universitário" pelo professor-titular Antônio Zuin, o livro aborda o contexto histórico determinante diante a temática dos trotes, ou seja, a normalização das pessoas frente aos impasses enfrentados pelos calouros nas universidades desde do século XV. Desse modo, entende-se que são necessárias medidas que atestem esses eventos normalizados. (Explore mais)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, frente a importância de debater sobre a cultura do trote universitário, faz-se pertinente o poder jurídico, cujo dever é garantir os direitos individuais, coletivos e sociais, cobrar do Estado ações concretas a fim de banalizar atos que prejudicam a saúde mental e física de universitários calouros . Entre essas ações, a efetivação prática da Lei 10.455/99 deve-se incluir para a promoção de medidas justas em casos mais graves dos rituais universitários. Com isso, será possível tornar tal contexto hostil menos agressivo aos discentes calouros. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 800 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |