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Tema: Impactos do garimpo ilegal no meio ambiente e na economia
John Locke, filósofo inglês (Vírgula) destaca que é dever do Estado assegurar os direitos e o bem-estar da população. Todavia, em virtude do garimpo ilegal ser uma realidade na sociedade brasileira, é válido reconhecer como o poder público não atua de modo efetivo e, pior, não exerce seu papel social conforme os ideais de John Locke. Nessa lógica, é possível analisar a ganância humana, (Sem vírgula) e o desejo de obtenção dos minerais como impulsionadores do problema. (Formulou a tese)
De início, percebe-se que o garimpo ilegal fomenta a permanência do entrave na sociedade, dado que traz diversos infortúnios tanto às pessoas quanto a fauna, flora e até o comércio no Brasil, (Justaposição) a causa dessa problemática está ligada diretamente à ganância e a quebra de leis, essa questão traz impactos irreparáveis ao meio ambiente como, (Sem vírgula) desmatamento, erosão do solo, destruição de habitats e até a morte de animais. Os garimpeiros acabam com os rios pelo descarte de rejeitos neles, e essa ação, (Sem vírgula) pode causar uma contaminação por Mercúrio aos peixes, que acabam por morrer e o mesmo ocorre as pessoas que se alimentam-se desses peixes, por exemplo, os habitantes das comunidades indígenas. (Reestruture e explore a discussão com mais produtividade)
(Melhore a estratégia coesiva) Essa ação ilegal é considerada um crime, os povos de comunidades indígenas sofrem com essa ação devido ao fato de acabar com sua fonte de subsistência, causando assim, (Sem vírgula) a morte de dezenas de crianças por desnutrição, pneumonia e diarreia além, das doenças que os próprios "criminosos" transmitem aos povos. (Melhore a construção de sentido) Além disso, esse problema ainda se relaciona-se, (Sem vírgula) com o tráfico de armas, drogas, e animais silvestres, tornando-se um problema ainda pior.
(Boa estratégia coesiva) Portanto (Vírgula) com o intuito de amenizar a problemática, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) deve criar leis rígidas contra a exploração em ambientes ilegais, como a fiscalização de áreas mais fadadas a ocorrer garimpo, como a Amazônia, e a implementação de apoio às comunidades indígenas, nos caso de falta de subsistência. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 120 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |