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O filósofo Raimundo Teixeira Mendes, em 1889, adaptou o lema "Ordem e Progresso" não só para a Bandeira Nacional, mas também para a nação que, atualmente, enfrenta significativos estorvos para o seu desenvolvimento. Lamentavelmente, entre eles, os impactos do garimpo ilegal no meio ambiente e na economia representa uma antítese à máxima do símbolo pátrio, uma vez que tal postura resulta na desordem e no retrocesso do crescimento social. Esse lastimável panorama é calcado na inoperância estatal e na alienação social. (Formulou a tese)
Precipuamente, vale ressaltar que à a débil ação do poder público, (Sem vírgula) possui íntima relação com o revés. Acerca disso, Thomas Hobbes, em seu livro "Leviatã", defende a obrigação do Estado em proporcionar meios que auxiliem o progresso do corpo social. As autoridades, todavia, vão de encontro com a ideia de Hobbes, visto que possuem um papel inerte em relação às práticas indevidas dos garimpeiros e, por consequência disso, verifica-se um grande custo social negativo, como a manutenção da pobreza da população que vive nas regiões que são alvos das atividades garimpeiras, feitas de forma irresponsável e sem preparos técnicos. Nessa perspectiva, a inexistência de políticas públicas eficazes para aprimorar o monitoramento das áreas de foco, contribui para a perpetuação do problema. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
(Boa estratégia coesiva) Ademais, uma grande parcela da população se mostra alienada. O intitulado "Paradoxo da Moral" é um livro escrito pelo musicólogo Vladimir Jonkélévitch para exemplificar a cegueira ética do homem moderno, ou seja, a passividade das pessoas frente aos impasses enfrentados pelo próximo (Melhore a construção dessa ideia). De maneira análoga, percebe-se que a questão da preservação do meio ambiente, (Sem vírgula) encontra um forte alicerce na estagnação social. Essa situação ocorre porque, infelizmente, a sociedade não se movimenta em prol da erradicação da problemática, pelo contrário, ela adquire uma posição individualista, por não mensurar os prejuízos causados ao espaço natural, como o desmatamento das florestas afetadas. Logo, é essencial superar esses preceitos que atestam, sobretudo, um cenário intolerante.
(Boa estratégia coesiva) Depreende-se, portanto, que medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço dessas adversidades. Destarte, o governo federal, responsável por administrar o povo e os interesses públicos, com o apoio do Ministério do Meio Ambiente, a partir de medidas governamentais destinadas à pasta, deve aumentar às as fiscalizações nos lugares onde o garimpo ilegal atua. Essa ação será realizada com o intuito de combater às as ações nocivas ao melhoramento social e ambiental, para que também, (Sem vírgula) a sociedade não naturalize a intolerância que a permeia. Somente assim, o Brasil se tornará a nação da ordem e do progresso, como proferiu Raimundo Teixeira Mendes. (Proposta completa)