Degradação À Identidade Racial no Futebol
Tema: Racismo no futebol: por que ainda acontece?
Os insultos no futebol tem sido velado e protegido com permanência de anos com a sinuosidade de que o jogo seria um momento em que torcedores e jogadores se veem nervosos e expressam sua paixão de forma afrontosa. Contudo é um caso especial quando esses insultos são feitos de forma estrutural socialmente (Vírgula) como é o caso do racismo no futebol. (Formule a tese)
Racismo no futebol é compreendido por qualquer insulto que ferem a identidade étnica e/ou racial de qualquer participante da partida de um jogo de futebol.Isso envolve falas,sinais ou xingamentos.O racismo nessa situação ganhou destaque nas últimas décadas por ocorrer com regularidade. (Explore mais a discussão) É válido salientar que o racismo é algo estrutural e comum na maioria dos países, (Justaposição) no Brasil, o Ministério (Especifique qual) determinou cerca de 153 casos de racismo a mais em 2021 comparados a 2019.
(Melhore a estratégia coesiva) Em um país como a espanha, onde aconteceu o recente caso de ataque ao jogador Vini Jr., que não apresenta pesquisas ou coleta de dados ,tão pouco uma lei contra esse tipo de crime de ódio, fica certa a impunidade para os cidadãos propensos a cometê-lo advindo da cultura que perpetua comportamentos de exclusão,violência e ridicularização de pessoas negras. (Reestruture e explore a discussão com produtividade. Parágrafo frasal)
(Melhore a estratégia coesiva) Com tudo considerado se faz-se necessária uma lei geral envolvendo esportes contra crimes de ódio indiferente do país em que se ocorreu. Considerar também a conscientização dos torcedores e participantes em geral contra qualquer tipo de abuso verbal (Vírgula) por meio de redes sociais e propagandas públicas (Vírgula) pois são mídias comumente utilizadas por esse público.A situação pede o apelo e ensinamento de Nelson Mandela (Dois pontos) "Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar". (Não apresentou a proposta propriamente dita)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 120 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 120 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 80 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 560 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |