LUTA CONTRA AS DROGAS, SEJA QUAL FOR
Tema: A legalização da maconha
O problema do uso contínuo da maconha foi estudado por cientistas já em meados do século XX, sendo constatada a nocividade da droga. De imediato seu uso e comercialização foi proibido, uma vez que o produto era encontrado nas farmácias de todo mundo sem restrições.
São inúmeras as conseqüências danosas ao organismo humano. O uso prolongado provoca graves danos nos pulmões devido à fumaça tóxica, alterações hormonais, e em longo prazo a capacidade de aprendizagem diminui. Sabendo que os prejuízos causados por essa substância aos usuários estão comprovadamente descritas na concepção médica, por que a luta para torná-lo mais acessível? É sabido que a maioria dos usuários não fica só no “baseado’’- como é conhecido o cigarro de maconha-, mas partem para drogas mais potentes como a cocaína e o crack. Já nessa fase a dependência se instala e dificilmente o usuário consegue largar o vício sem auxílio.
No Brasil a maconha foi incluída no rol de substâncias proibidas em 1932. Durante as revoluções juvenis em diversos países na década de sessenta, houve uma disseminação acentuada da droga. Desde então o combate à venda e ao uso tem sido constante, não só para a maconha, mas também para as outras diversas drogas existentes. Com o advento da nova lei de entorpecentes criada em 2006, houve uma amenização das penas impostas ao usuário, priorizando o combate ao traficante.
Recentemente manifestações têm ocorrido no Brasil a fim de mobilizar os governantes e população para a descriminalização do uso da maconha. A “marcha da maconha”, como inicialmente ficou conhecida, teve presença, maciça de estudantes universitários e pessoas de renome no meio social. Muitos estudiosos, sociólogos, entre outros, defendem a descriminalização como forma de acabar com as violências geradas pelas drogas. Com os olhos voltados para alguns países europeus, onde o uso da maconha é livre, temos que traçar um paralelo, levando em conta que no Brasil existem coisas mais relevantes para ser discutida, como a implantação de mais clínicas de recuperação para drogados, do que, de certa forma incentivar o aumento deles.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 2.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |