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O mercado de trabalho, entre outros aspectos, é constituído por pessoas. Segundo Taylor, essas eram vistas como máquinas, sendo a função delas somente produzir. Contudo, essa visão vem sendo transformada, teóricos e gestores contemporâneos já entendem que, ao contrário do que Taylor defendia, os colaboradores são o principal capital das organizações. (Contextualização tangencial)
Pessoas podem possuir limitações física e mentais, necessitando de auxílio especial na execução de suas atividades laborais, seja de locomoção, comunicação com demais colaboradores ou até mesmo adaptação de equipamentos e ambiente de trabalho. Esse desafio se torna um pouco maior, pois as empresas ainda não se encontram dispostas a se habilitar para tal acolhimento. (Explore a discussão com mais produtividade)
(Melhore a estratégia coesiva) Muitas organizações optam por contratar apenas o número mínimo de pessoas com deficiência, conforme rege a lei vigente. Podemos verificar isso claramente, (Sem vírgula) nos dados referente a contratação desses, que é bem baixo (Apresente-os). Porém, a igualdade é um dos princípios da Constituição federal que rege nosso país, ou seja, perante a lei todos somos iguais. Logo, essa distinção não deveria existir e sim a busca pelo cumprimento da lei maior. (Reestruture e explore com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, faz-se necessário que o Ministério do Trabalho e Emprego, juntamente com a Secretaria de Saúde (Vírgula) venha intervir nas organizações públicas e privadas, por meio de um projeto chamado "Eu ajudo a incluir", em que gradativamente, (Sem vírgula) todos os colaboradores (Vírgula) independentemente do nível hierárquico, possam receber incentivos referente a inclusão e apoio nas adaptações necessárias. Tal ação trará conscientização, esclarecimento, além do aumento da inclusão de deficientes no mercado de trabalho. (Proposta incompleta)