Anjos da morte
Tema: Segurança nas escolas
O massacre de Realengo que ocorreu em abril deste ano, em um ambiente escolar, no Rio de Janeiro. Chamou à atenção do país para um fato: nossos jovens nunca estiveram tão desprotegidos. A escola, lugar de proteção e aprendizagem, retornou a buscar soluções para prevenir esse tipo de violência. Além de provocar discussões em torno do que poderia ter causado a atitude do atirador. De modo geral, há uma generalização das pessoas de apontar a causa da violência estudantil como sendo conseqüência do bullying. Contudo, seria apenas o bullying fator principal para esse tipo de violência?
O termo bullying utilizado para definir cenas de assédio escolar, tomou destaque nos últimos anos, porém, atos de violência física e psicológica em escolas existem desde que a mesma como instituição, passou a transmitir ao individuo, os valores sociais e culturais da sociedade. O ocorrido em Realengo nos faz refletir que o caminho para a violência está interligado em um grupo de fatores como: doenças mentais, genética e religião que não podem ser discutidos de forma excludente. Especialistas em educação, psicólogos e psiquiatras afirmam que além do bullying, doenças psiquiátricas como transtorno do déficit da atenção e o distúrbio bipolar por vezes podem acarretar atitudes violentas.
Além dessa falta de diferenciação, a segurança em escolas pouco tem sido eficiente. Jovens e mais adolescentes todos os dias são ameaçados e espancados dentro dá própria sala de aula. Professores são retirados de casa e intimados por dá notas baixas a alunos. Na mesma semana do ocorrido no Rio de Janeiro, dois adolescentes em Santa Catarina foram detidos e encaminhados a pena sócio-educativa por se dirigem a escola portando arma. Um deles alegou sentir-se inseguro dentro da sala de aula. No interior de Pernambuco neste mês de Maio um jovem conseguiu ser detido, antes de esfaquear um colega. Sem guardas ou porteiros capacitados é cada vez, mas difícil reagir. O medo está instaurado.
Por fim, A partir do momento em que um aluno apresente potência para o desencadeamento de ações violentas é papel de a escola encaminhá-lo pra um ambulatório psiquiatra, assim como governo de investir em profissionais que atuem na segurança escolar. E a família contribui percebendo atos prévios como personalidade forte e comportamento agressivo para assim junto com a escola diagnosticar e prevenir possíveis agressões.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 7.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |