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A democracia, a liberdade e a autonomia, juntas, configuram um cenário distante da realidade da maioria das PcDs (Pessoas com Deficiência). Tal contraste discrepante é claramente evidenciado nos dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Bioestatística) (Vírgula) que revela a baixa ocupação no mercado de trabalho por PcDs, quando comparados a não-PcDs. Diante disso, é óbvio o descaso a essas minorias e a falha do Estado tanto em prover os direitos básicos previstos na Constituição brasileira de 1988 quanto em fiscalizar as empresas contratantes. Identificar os motivos que limitam a igualdade e inclusão de PcDs no mercado de trabalho é um precedente para a resolução dessa problemática.
A privação dos direitos básicos, previstos na Constituição de 1988 e no Estatuto da Pessoa com Deficiência (2015) (Vírgula) impõe penalidades que em teoria deveriam ser aplicadas ao Estado e empresas, mas que na prática, (Sem vírgula) sãos as PcDs que são penalizadas pela falha na garantia dos seus direitos. Mas (Ideia de truncamento), o que leva a sociedade a limitar PcDs ao mercado de trabalho e excluir essa minoria? Preconceito, apatia social? (Reestruture e explore a discussão com mais produtividade)
(Melhore a estratégia coesiva) O matemático e filósofo Blaise Pascal e o biólogo e etólogo Richard Dawkins (Obra: O gene egoísta ) contextualizam de diferentes maneiras as razões do comportamento humano em relação ao próximo, todavia afunilam-se a uma vertente em comum " o egoísmo" como princípio dos sofrimentos humanos, de competições, de predação, e de destruição, em razão de benefícios próprios e ignorando a base das relações humanas, o Respeito. Em 254-184 a.C, Plautus já declarava "o homem é o lobo do homem'', ou seja que destrói sua própria espécies para se autopreservar. O egoísmo humano se relaciona melhor com o pensamento capitalista, e este prioriza tempo, lucros e ignora despesas extras, que teoricamente seriam necessárias a adaptações para inclusão de PcDs nas intuições públicas e empresas privadas, uma das hipóteses de limitação.
(Melhore a estratégia coesiva) 4,3 dos 12 milhões de PcDs são de baixa renda e carecem de benefício social para sobreviver (IBGE) (Melhore a coesão) quando o conseguem. E do ponto de vista "egoísta-capitalista" dispensar mão-de-obra mão de obra disponível é "perda". O Estado (Vírgula) portanto, deve ampliar o investimento em estruturas e adaptações e recursos tecnológicos nas Instituições de Ensino Superior e nas empresas, tanto para qualificar profissionalmente um público maior de PcDs quanto para proporcionar bem-estar no ambiente de trabalho. Qualificação, adaptação e respeito são uma somatória que tem como produto produção e lucro para as empresas, Estado e a PcD contratada. (Proposta incompleta)