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O cenário atual no qual convivemos diariamente nos impõe uma dúvida; a incerteza, de haver ou não, segurança publíca nas cidades e instituições de ensino no Brasil. Há poucos dias, acompanhamos o massacre na escola em Realengo. Qual a solução mais sensata a se recorrer? ...detectores de metal, circuitos de câmera e portões acorrentados? Não!
Em noticía o jornal O Globo (09/12/2010 - http://oglobo.globo.com/educacao) coloca que “O Ministério da Educação (MEC) apresentou à Casa Civil uma proposta para o próximo Plano Nacional de Educação (PNE) - que fixa uma meta de investimento na educação - para que seja investido 7% do Produto Interno Bruto (PIB) na área. Dados referentes a 2009 mostram que atualmente o país investe somente 5% do PIB produzido”.É preciso que esta como uma medida emergencial deva ser tratada com extrema prioridade.
Estamos fartos de saber que educação é a base de todo desenvolvimento,assim é inaceitável ficarmos estáticos diante do cúmulo, de impedir que crianças possam ir a escola por conta do terror que a criminalidade nos envolve; desarmar a policia não é o caminho, mas sim agregar a ela o uso de armas não letais.
É necessario mudar a percepção da sociedade quanto a imagem, na qual, a escola é vinculada à grades, policiais militares e grandes muros; Existe a essencialidade de que haja a integração escola-comunidade,unicamente assim toda a população sem distinção de classe social e nível escolar poderam interagir. Há necessidade de que barreiras caiam por terra e, não que se criem novas.
Diante disso, é fundamental e notório, a necessidade de investimentos na capacidade que a informação tenha em permear as barreiras sociais e, mudanças maciças no Plano Nacional de Educação (PNE), seguidas de expansão nas areas de saneamento básico,segurança e saude; que infelizmente são motivos de piada em nosso país. Assim fortalecendo desde sua base e continuamente todo seu desenvolvimento, a fim de relembrar fatos como o de Realengo, somente, para citação de que terminantemente estes foram erradicados.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
6.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |