Consequências do etarismo no Brasil
Tema: Consequências do etarismo no Brasil
Desde que o preconceito começou a ser praticado, independentemente da área envolvida, muitas pessoas vêm sofrendo aos os ataques e o país levando em seu emblema a discriminação. Dessa maneira, o ageísmo não se diferencia, porquanto a falta de oportunidade no mercado de trabalho e a velhofobia são pontos, dentre outros, a serem discutidos como consequências do ato preconceituoso. (Melhore a contextualização do tema)
De antemão, destacando, em primeiro lugar, a falta de oportunidade de emprego, muitas vezes um jovem ao realizar uma entrevista de trabalho para tal ofício é discriminado aparentemente por ter aquela certa idade e por ser jovem, mesmo sendo qualificado. Pesquisas apontam que, (Sem vírgula) a terceira idade é a mais afetada, visto que, ao se depararem com uma pessoa de idade avançada, visões negativas como a incapacidade, analfabetismo, expectativa de vida baixa são sobrepostos a ela sem uma análise crítica adequada à mesma. Conforme puni pune, no artigo 96 da Constituição federal, o ato discriminatório ao idoso(a), ainda não é o suficiente para combater esta violação. (Reestruture a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Ademais, visando, em segundo lugar, o medo do envelhecimento como resultado do idadismo, os danos psicológicos chegam a esse ponto (Melhore a construção de sentido); a exclusão social, a violência verbal e não verbal são elementos que contribuem para a queda da expectativa de vida do cidadão. (Parágrafo frasal)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, em virtude dos fatos, é necessário que, primeiramente, o Ministério do Trabalho e Emprego coloque em prática, a conscientizar, a importância (Problema na construção de sentido) da fiscalização no momento da entrevista de emprego e na contratação, para que o entrevistado não sofra de desrespeito e sinta-se seguro quanto às violações. Por fim, com o apoio do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, campanhas de outdoores ouutdoors, palestras(incluindo na rede social) de conscientização ao etarismo serão cruciais ao tratamento ao preconceito, de modo que fiquem acessíveis às pessoas tomarem conhecimento do assunto, visando a preocupação e apoio a sociedade brasileira. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 120 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 160 | Nível 4 - Elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |