Idade e etarismo
Tema: Consequências do etarismo no Brasil
O etarismo é uma forma de preconceito, seja em relação a pessoas com mais idade ou relação a pessoas mais jovens. O tema está relacionado ao fato de que pessoas com percepções equivocadas sobre a idade de alguns indivíduos não seja adequada para ocupar espaços ou realizar certas atividades, sejam estas profissionais ou de interesse pessoal (Vírgula) e as consequências disso no Brasil são pessoas mais introvertidas e sedentárias. (Formule a tese)
Diante disso, a idade das pessoas torna-se um fator de julgamento por parte daquelas que estão inseridas na sociedade em seus diversos espaços, como no trabalho, esporte, lazer, dentro da perspectiva errônea de que há uma idade limite para realização de cada uma dessas atividades, o que faz com que algumas pessoas deixem de ser mais produtivas e acabam sendo mais introvertidas por medo de julgamentos.
(Boa estratégia coesiva) No entanto, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a sociedade está envelhecendo de forma mais saudável e com vida ativa muito mais prolongada que em anos anteriores, o que faz com as pessoas tenham capacidades físicas e mental para realizarem as atividades que desejarem.
Entretanto, muitas dessas pessoas convivem com o preconceito e desconhecem que se trata de crime na legislação brasileira, mais especificamente no Estatuto do Idoso, lei que protege as pessoas desse tipo de julgamento e a sua livre escolha de ir e vir, independemente da idade que tenham. Esse desconhecimento aumenta as estatísticas de sedentários, pelo fato de terem idade a mais que a maioria das pessoas em idade adulta. (Reestruture essa discussão)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, casos de preconceitos contra a idade e julgamentos devem ser denunciados, dando exemplo de que o respeito e a empatia em relação àqueles que já são experientes e só têm a contribuir ainda mais com a sociedade devem ser considerados como se fossem pessoas antes de qualquer coisa e não apenas vistas como um número a mais ou a menos. Cabe uma maior divulgação em todos os ambientes sociais e conscientização da população diante do tema no Brasil, para excluir da sociedade esse tipo de pensamento. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 80 | Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |