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Tema: Consequências do etarismo no Brasil
No romance filosófico "Utopia", criado pelo escritor inglês Thomas Morus More no século XVI, é retratada uma civilização perfeita onde não há descriminações, ou algum outro tipo de problema social. Entretanto, não é possível relacionar essa história com a realidade brasileira, já que o etarismo, assim como muitos outros preconceitos, estão presentes há tanto tempo na humanidade. Logo, o problema da descriminação e o descaso feito pelo Estado precisam ser discutidos. (Muito bem. Formulou a tese)
De inicio é notório destacar que a descriminação é a causa de muitos dos problemas da atualidade, entre esses está o etarismo, preconceito pela idade, que costuma afetar mais os idosos. Todavia crianças e adolescentes também costumam ser ofendidos. As fachas faixas etárias que mais sofrem esse preconceito serem essas não é atoa, já que a visão de que crianças e idosos são menos capazes do que adultos é bem frequente. Isso se deve ao fato de que os supracitados não costumam trabalhar e fazer coisas cotidianas sozinhos, por tanto portanto, são vistos como dependentes e fragilizados.
(Boa estratégia coesiva) Somando-se a isso, o descaso do Estado contribui para que se prolongue o fim de tais preconceitos, por conta de que se pessoas sem educação social não tem acesso a à informação, (Sem vírgula) sobre esse pensamento "naturalizado" estar errado por exemplo, a sociedade não evoluirá. Sobre isso, Paulo Freire cita que "a educação muda as pessoas e que as pessoas mudam o mundo". Podemos concluir assim, que o pensamento desse filósofo pode ser levado em consideração para a resolução de tal problema. (Reestruture e explore a discussão com mais produtividade)
(Boa estratégia coesiva) Portanto, com o objetivo de minimizar o etarismo, cabe ao Estado, como garantidor dos direitos individuais, proporcionar campanhas sobre a temática, através dos meios de comunicação (Vírgula) para que as pessoas saibam mais sobre o assunto e serem menos preconceituosas. (Parágrafo frasal. Proposta completa)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 120 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 200 | Nível 5 - Elabora muito bem proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 800 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |