A importância da participação da mulher na politica
Tema: A importância da participação da mulher na política
Consoante a Carta Magna de 1988, em seu art 5º cita que todos são iguais, sem distinção de qualquer natureza. No entanto, a efetivação desse princípio constitucional perdura longínqua, uma vez que a participação feminina na politica ainda é baixa. Com efeito, faz-se oportuno analisar o machismo estrutural e ausência de politicas públicas capazes de apoiar esse grupo como agravantes. (Muito bem. Formulou a tese)
Nessa perspectiva, o machismo estrutural influi decisivamente na consolidação da ideia inconsciente da superioridade masculina em cargos de grande poderio, como, (Sem vírgula) na política. Nesse viés, é importante lembrar da obra de “Casa-Grande & Senzala” (Vírgula) do autor Gilberto Freyre, o qual descreve o modelo familiar patriarcal em que a mulher estava presente para servir o homem. Assim, é preciso, com urgência, desconstruir esse sistema ideológico, imposto pelas sociedades patriarcais. (Explore mais a discussão)
(Boa estratégia coesiva) Além do mais, ressalte-se que a ausência de politicas públicas para incentivar a participação da mulher na politica possui influência. Isto posto, Émile Durkhein, sociólogo francês, afirma que é dever do Estado gerenciar questões relacionadas ao progresso coletivo. Assim observa-se que a máxima do intelectual, (Sem vírgula) destoa da realidade, posto que no Congresso brasileiro ainda há uma participação feminina muito tímida. Logo, a displicência do poder público fere os princípios postulados pelo sociólogo e, ao mesmo tempo, inviabiliza autorrepresentação das mulheres na política.
(Boa estratégia coesiva) Torna-se evidente, portanto, que a participação da mulher na politica brasileira ainda é mínima e exige soluções imediatas. É necessário que haja intervenção do governo para aprimorar projetos, campanhas midiáticas que sensibilizem (Melhore a construção de sentido). Por conseguinte, é fundamental que o Estado execute políticas públicas que promovam democracia paritária, um regime democrático justo e inclusivo que permita às as mulheres liderar e participar da política brasileira. (Proposta incompleta
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 200 | Nível 5 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo. |
| Competência 3 | 160 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 840 | Parabéns! A redação está muito bem estruturada e apresenta uma argumentação consistente e coerente. Há um bom domínio da norma culta da língua e o texto demonstra maturidade no tratamento do tema. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |