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Durante a chamada "Era Vargas" no Brasil, entre 1930 e 1945, o movimento sufragista obteve destaque: mulheres que lutavam pelo direito de votarem e serem votadas. Porém, quase cem anos depois, apesar de legalmente já terem conquistado tais reinvindicações, é evidente que a participação, tão importante, da mulher na política, é demasiadamente baixa, devido ao machismo estrutural dentro da sociedade e suas instituições públicas, que desmotivam as atividades e candidaturas, construindo um ambiente hostil para as representantes femininas atuarem dentro do governo. (Muito bem. Formulou a tese)
Não só, desde cedo, meninas não são incentivadas a assumirem papéis de liderança, como também, quando adultas, suas decisões, opiniões e posicionamentos são constantemente desrespeitados, mesmo tratando-se de assuntos que afetam-nas (Partícula atrativa) diretamente, como é o caso do aborto e do feminicídio. Essa persistente estigmatização é produto histórico da discriminação produzida pelo patriarcado, provocando a visão de que tudo o que é masculino é naturalmente superior ao que é feminino. Então, se elas não são capazes de cumprir as exigências dos cargos políticos, não devem se candidatar, muito menos estabelecer ações relacionadas a essa esfera. (Delimite e explore com mais produtividade)
(Melhore a estratégia coesica) Nesse contexto, ainda que uma mulher consiga eleger-se, os desafios que enfrentará durante sua permanência são árduos e variados. Por exemplo: o assédio sofrido pela deputada Isa Penna, em 2020, cujo ator do crime foi um colega de profissão, ilustra bem um dos tipos de violência ao qual as políticas femininas, diariamente, precisam estar preparadas para encarar de frente e denunciar, servindo de modelo para outras e permitindo a abertura de redes de apoio ao redor, visto que, nessas situações, é fundamental a união e organização para exigir consequências — cassação de mandato — e punições legítimas — pena de 1 à a 2 anos.
(Boa estratégia coesiva) Em conclusão, o Estado tem o dever de assegurar a diversidade cada vez maior dentro do governo federal e dos governos estaduais e municipais, a partir de coletivos e palestras em escolas, abertas ao público geral, e publicidades e propagandas que estimulem garotas a interessarem-se por esse campo. Igualmente, são bem vindos projetos de integração feminina que procurem garantir a integridade e segurança física, moral e psicológica em ambientes profissionais — empresas estatais e privadas, secretarias, varas e até o parlamento. Desse modo, pretende-se criar uma nação mais igualitária, em que a importância da participação da mulher na política seja reconhecida e uma realidade no dia a dia. (Não apresentou a proposta de intervenção propriamente dita)