Mulheres na política: a luta por uma representatividade justa e igualitária
Tema: A importância da participação da mulher na política
Apesar dos marcos conquistados para os direitos das mulheres, como o direito ao voto e a Lei Maria da Penha, ainda há muito a ser feito para que a população tome conhecimento da importância da representação e participação das mulheres ocupando cargos políticos. (Melhore a contextualização do tema e formule a tese. Parágrafo frasal)
Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, apesar de representarem mais da metade do eleitorado, as mulheres ocupam menos de 15% dos cargos eletivos no Brasil. Exemplos como Kamala Harris, primeira mulher a ser eleita vice-presidente dos Estados Unidos, Dilma Rousseff, primeira mulher eleita presidente do Brasil, e Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia, mostram que é possível alcançar posições de destaque na política e que a visibilidade feminina é essencial para a construção de sociedades mais justas e igualitárias. (Parágrafo frasal)
(Melhore a estratégia coesiva) Para que haja mudanças significativas na importância feminina na política, é necessária uma intervenção efetiva do Estado, como a criação de políticas públicas para incentivar a participação das mulheres nos espaços políticos, como a campanha Mais Mulheres na Política 2022, a qual defendeu a entrada e permanência das mulheres na política. Também, é necessário a reserva de vagas em cargos eletivos e a implementação de programas de capacitação e formação política para mulheres.
(Boa estratégia coesiva) Dessa forma, é fundamental que as mulheres tenham seu papel reconhecido e valorizado na política, com a garantia de direitos iguais de participação e representação, a fim de contribuir para a construção de um futuro melhor para todos. É importante destacar que a participação da mulher na política não se trata apenas de uma questão de representatividade, mas sim de uma questão de justiça e de direitos humanos, podendo trazer benefícios para a própria sociedade, como a ampliação do debate em torno de questões que afetam as mulheres diretamente, como a maternidade, a saúde reprodutiva e a violência de gênero, assuntos extremamente importantes que dependem da voz das mulheres. (Elementos da proposta de intervenção precisam estar definidos no parágrafo de conclusão)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 120 | Nível 3 - Demonstra domínio mediano da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com alguns desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 160 | Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 160 | Nível 4 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 160 | Nível 4 - Articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 720 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |