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Apesar de grandes e inspiradores nomes como Cleópatra, Rainhas Elizabeth e Vitória e, mais recentemente, Margaret Tatcher e Angela Merkel, governantes mulheres não são recorrentes em nossa história. Ao longo dos séculos e nas mais diversas formas de governo, desde a monarquia à república, o poder é predominantemente atribuído à figura masculina. (Formule a tese)
Dados do IBGE (Desenvolva a sigla) revelam que o Brasil é um país com maioria de mulheres, com soma de 51% da população, porém, governado por homens que ocupam mais de 80% dos cargos legislativos e executivos. Essa desproporcionalidade reflete diretamente nos direitos femininos (Essa discussão precisa ser mais explorada), fatalmente negligenciados, afetando a vida de milhões de mulheres diariamente.
(Melhore a estratégia coesiva) A participação das mulheres na política é primordial para alcançar igualdade e mais direitos além daqueles já conquistados (Dê exemplos), sendo necessário dispor de lugar de fala, como difunde Djamila Ribeiro, com propriedade e experiência para regulamentar sobre pautas relativas a corpos femininos. (Melhore a apresentação dessa discussão)
(Melhore a estratégia coesiva) Temos como exemplo dessa primazia, (Sem vírgula) a recente aprovação do projeto de lei 1941/2022, de autoria de Carmem Zanotto, que sanciona a redução de idade para a realização da laqueadura, sem a necessidade de filhos anteriores e a autorização do cônjuge. Antes regulamentada por um invés plenamente machista, agora, um grande avanço para a autonomia feminina.
(Melhore a estratégia coesiva) Ainda que existam projetos como o “Mais Mulheres no Poder”, do governo federal, estes são pouco difundidos, faltando incentivo e conscientização sobre a misoginia e distorções históricas de mulheres na área, além do combate à violência política, a qual apenas ganhou visibilidade com o emblemático assassinato de Marielle Franco e, no entanto, ocorre há décadas. Conjuntamente são imprescindíveis os investimentos e cotas para financiamentos de campanhas, principalmente àquelas mulheres líderes de suas pequenas comunidades, as quais possuem anseio pela diferença, mas não o orçamento para tal. (Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
160 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
160 |
Nível 4 - Desenvolve o tema por meio de argumentação consistente e apresenta bom domínio do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
120 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
120 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
120 |
Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
680
|
A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |