Escola versus violência. Como agir?
Tema: Segurança nas escolas
Escola - instituição de ensino de fundamental importância para a formação intelectual e social de um cidadão. Mas como agir quando esta instituição mostra-se frágil em termos de segurança? A resposta mais comum e objetiva seria a de propor a ação de detectores de segurança nas entradas e atuação de policias no interior dos colégios. Mas estas medidas são o melhor caminho para combater a violência no ambiente escolar?
Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) a resposta é não, seus representantes afirmam que não existe forma milagrosa para combater a violência, mas o melhor caminho para enfrentar a situação é integrar a comunidade ao processo escolar, ou seja, estimular a interação da escola com o bairro, promovendo atividades de lazer e cultura.
Promover a integração comunidade-escola é de fato uma ação importante, mas não deve ser a única, pois os professores precisam ser preparados para identificar qualquer principio de um comportamento incomum, como transtornos ou doenças psiquiátricas. A ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) propõe a instalação de ambulatórios psiquiátricos nas escolas para atenderem profissionais e estudantes com atitudes potencias para desencadeamento de ações violentas.
Adotar as medidas proposta pela ABP e CNTE deve vir aliado com o reforço de segurança na área externa das escolas, a fim de controlar a entrada de visitantes. A união de tais medidas, por exemplo, ajudaria a coibir e evitar tragédias como a que atingiu a Escola Municipal Tasso de Silveira, em Realengo (RJ), onde o jovem Wellington Menezes, de vinte e três anos, matou a tiros doze estudantes.
Em suma, avaliar um caminho para melhorar a segurança nos colégios, deve ser pautado nas medidas já citadas ao longo do texto, pois resultam na união de segurança externa mais ações sócioeducativas propostas por especialistas da área educacional, a fim de que a nossa maior instituição de formação cidadã possa ser “protegida”.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.5 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 8 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |