Um território esquecido
Tema: Yanomami: um debate sobre a maior crise humanitária em território indígena
Hoje, no Brasil, vive-se um cenário em que a crise humanitária indígena é uma importante questão a ser discutida pela sociedade, especialmente pelo o Estado, o qual, (Sem vírgula) é o principal aliado para o controle dessa calamidade vivida por essas pessoas. Tendo em vista a relevância desse assunto, convém aprofundar esse debate observando os seguintes pontos: a saúde pública e o meio ambiente.
Mormente, muito se discute sobre a saúde indígena, a qual, (Sem vírgula) torna-se vítima de um Estado que, por falta de assistência básica em saúde, e o controle ou a fiscalização do garimpo, deixam a comunidade vulnerável a doenças e à exploração humana. Desse modo, isso ocorre porque o garimpo ilegal, além de contaminar os rios e as terras prejudicando o sustento desses povos que vivem da caça, da pesca e do plantio de frutos, também há a exploração por parte dos garimpeiros que aliciam e abusam dos índios com a troca de objetos pessoas em favores sexuais e trabalho forçado.
(Boa estratégia coesiva) Além disso, outro fator relevante diz respeito à contaminação do meio ambiente, que com o uso do mercúrio para a extração do ouro, (Sem vírgula) acaba contaminando a água, o solo e o ar. Dessa forma, destaca-se a importância da fiscalização e do controle por parte do Estado em coibir o garimpo ilegal e cumprir a legislação que permite o garimpo legal em áreas que não sejam territórios indígenas e que não ultrapassem cinquenta hectare.
(Boa estratégia coesiva) Portanto, pode-se afirmar que, (Sem vírgula) o Estado (Vírgula) por meio do Ministério da Defesa e do Ministério da Saúde, possam trabalhar em conjunto, através de políticas públicas como o bloqueio de acesso de garimpeiros ao território indígena e prisão de empresários que investem nesse tipo de mineração. Por fim, cabe também ao governo federal a manutenção de serviços públicos como a assistência à saúde através de unidades básicas locais com atendimento diário. Haja vista que, somente assim, esse problema será gradualmente erradicado.
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 40 | Nível 1 - Apresenta o assunto, tangenciando o tema ou demonstra domínio precário do texto dissertativo-argumentativo, com traços constantes de outros tipos textuais. |
| Competência 3 | 40 | Nível 1 - Apresenta informações, fatos e opiniões pouco relacionados ao tema ou incoerentes e sem defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 200 | Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 40 | Nível 1 - Apresenta proposta de intervenção vaga, precária ou relacionada apenas ao assunto. |
| Nota final | 480 | A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |