Os dois lados da moeda.
Tema: O uso de tecnologia entre as crianças
“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Frase expressa por Nelson Mandela que nos faz cair em um impasse contemporâneo, onde não somente a educação, mas também a tecnologia, tornaram-se armas de toda a estrutura social.
Paralelamente a ideia de que a educação é poder, surgiu no mundo moderno o pressuposto de que a tecnologia também é poder. O que ambas têm em comum é: podem ser usadas ou para o bem ou para o mal, e na presente ocasião, as crianças mantêm relação com as duas desde novas. As televisões, os tablets, os celulares e afins, tornaram-se um mecanismo para distração dos pequenos pelos pais, e não devemos culpá-los completamente, dado que, por conta da nossa cidade industrializada, não podemos parar.
(Melhore a estratégia coesiva) Com o nosso dia totalmente regrado por uma lista, o que muitos pais desejam é só um minuto de descanso, que é proporcionado pela tecnologia, que suga toda a atenção das crianças com a sua magia de cores. De imediato isso não é prejudicial, mas o seu uso a longo prazo durante diversas horas sim, porque quando usamos a internet ganhamos uma liberdade sem limites, já que nela ninguém nos fala “não”, e talvez esse seja o ponto mais forte que atrai desde crianças até adolescentes, que podem mergulhar no que quiserem.
(Melhore a estratégia coesiva) Visto que estamos em um mundo sapiente e farto de inteligência artificial, tentar tirar por completo esses meios da vida das crianças seria ineficaz, mas o que poderia ser efetivo é a implantação de um limite de horas por dia, que pode reduzir em massa as chances das crianças desenvolverem futuros problemas cognitivos, de desenvolvimento, ansiedade, concentração, isolamento social e sedentarismo infantil, até porque, o uso correto da tecnologia pode nos auxiliar no ensino dos nossos "guardiões do futuro". (Parágrafo frasal. Proposta incompleta)
Correção tradicional
| Critério | Nota | Observações |
|---|---|---|
| Competência 1 | 160 | Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 | 120 | Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 | 120 | Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 | 120 | Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 | 120 | Nível 3 - Elabora, de forma mediana, proposta de intervenção relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final | 640 | A redação está dentro do esperado para o ENEM, com pontos positivos a serem destacados. Há uma boa argumentação e coesão no texto, mas ainda é possível aprimorar a estruturação e a clareza das ideias. |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |