Educação/Violência desafio do século 21
Tema: Segurança nas escolas
Diante do fato ocorrido na escola do Realengo/RJ, onde a população ficou estarrecida com a violência inusitada com os alunos; fato que teve uma repercussão e indignação mundial. Uma boa parcela da sociedade se manifestou a esta situação, e diversas discussões políticas e filosóficas foram abordadas; desde propostas que englobam a segurança máxima nas escolas até a questão da saúde mental da população, principalmente em situações conflituosas nas escolas entre professores, alunos e comunidade.
No que se apresenta a situação mundial atual, a humanidade deste Século parece estar sofrendo de uma doença coletiva de violências extremas, que tem chocado a opinião pública em geral, onde fica uma questão: Mesmo tendo se passado tantos séculos da história da humanidade, há momentos em que nos deixa uma dúvida se essa evolução realmente ocorreu.
De nada adianta trabalhar a questão da violência de uma forma punitiva e remediável, pois temos que buscar as raízes da questão de uma forma preventiva. Pois no fato ocorrido vêm à tona novamente as grandes preocupações que parecem sem resposta. Por exemplo, a questão da juventude no processo de ensino-aprendizagem arcaico do modelo atual, que vem demonstrando uma total incapacidade pelos dirigentes diretos (políticas, dirigentes, professores), bem como as famílias, em direcionar esta juventude para uma cultura de humanidade, para uma sociedade humana e fraterna.
Esta forma autoritária, repressiva, sem fundamentos reais que busque a identidade de cada ser humano como pessoas diferenciadas, não respeitando a individualidade de cada um e o seu potencial a ser desenvolvido; onde os alunos são tratados como objeto vazio a ser preenchido com idéias, conceitos, preconceitos é que leva a esta total incapacidade de fomentar o desenvolvimento para cidadãos saudáveis em uma sociedade.
Por outro lado se tivéssemos uma educação formal voltada para o diálogo aberto, onde propiciaria o desenvolvimento de qualidades inatas, em que a livre expressão fosse ressaltada, bem como seu modo vida, provavelmente teríamos nas escolas um espaço real de cultura, conhecimento, de desenvolvimento de atividades onde se formariam cidadãos para o mundo e não apenas para responder ao chamado em que são induzidos pela mídia em geral.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 7 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |