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O massacre na escola de Realengo não apenas chocou, mas surpreendeu o país inteiro. Mesmo o Brasil sendo um país em que os índices de violência são significativos, crimes desse tipo nunca haviam ocorrido anteriormente em toda a história do país.
É difícil imaginar a situação: professores e alunos em sala de aula normalmente e de repente entra um estranho que dispara tiros contra tudo e todos, destruindo não só a vida dos vitimados, mas também de toda a família e dos amigos envolvidos. Atirava e dava gargalhadas. É revoltante.
Em decorrência disso, muitos especialistas na área das Ciências Humanas e Biomédicas tentam identificar uma possível causa do problema. Eles não sabem responder. Apenas fazem projeções de como seria capaz um ser humano cometer tal ato. Genética, doença, bullying? Provavelmente, essa pergunta vai ficar em aberto.
No entanto, uma questão que seria mais discutível é se teria uma forma de prevenir uma tragédia dessas. Para identificar isso, diversos fatores devem ser analisados. A venda ilegal e o tráfico de armas, a segurança nas escolas e nas cidades, entre outros relacionados.
É necessário que haja uma intensa e verdadeira política de combate ao tráfico de armas, de punição aos policiais corruptos e uma maior penalidade para os que têm posse ilegal de armas. A Secretaria de Segurança deve trabalhar arduamente em busca de uma melhoria desse quadro. A segurança nas escolas também deve ser revista. Não pode-se permitir a entrada de pessoas que não tem parentesco com algum aluno do colégio, principalmente no horário de aula. Visitas devem ser agendadas, entre outras formas de trabalhar em favor da segurança.
Portanto, não há uma forma pontual de prevenir crimes como esses. O que é possível é analisar aspectos mais abrangentes e indiretos que poderiam levar a um desastre como aconteceu em Realengo. Que o governo e as escolas venham tomar essa tragédia como lição para aperfeiçoar os sistemas de segurança em todo o país.
Correção tradicional
| Critério |
Observações |
Nota |
| Adequação ao Tema |
Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no
vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. |
1.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea |
Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim
como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes
de referência.
|
1.5 |
| Adequação ao Gênero Textual |
Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero
textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a
serviço do projeto de texto. |
1.0 |
| Adequação à modalidade padrão da língua |
Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma,
verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. |
1.5 |
| Coesão e Coerência |
Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção
frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos
sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. |
1.5 |
| Nota final |
6.5
|
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |