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A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 206/2019, apresentada na Câmara dos Deputados, tem gerado comentários nas redes sociais, por propor a cobrança de mensalidades em universidades públicas brasileiras. O texto estava na pauta da CCJC (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) desde 4 de Dezembro de 2019 à a 2 de junho de 2022, ainda tem um longo caminho pela frente para sua aprovação, mas já é bastante polêmico e controverso. Chegou à comissão no dia 24 de maio de 2022. A proposta envolve a cobrança de mensalidade para que alunos com “melhores condições financeiras” ( no caso, alunos que venham de famílias que ganham no mínimo cinco salários mínimos) paguem 50% do valor que as universidades particulares cobram, e esse dinheiro deverá ser utilizado para o próprio custeio da IES( Instituições de Ensino Superior ). Porém, algo que deve ser observado é que, mesmo com um ganho de “cinco salários mínimos”, quase não se tem como fazer as obrigações cotidianas de hoje em dia, como: pagar contas, fazer compras no supermercado ou até mesmo ter momentos de lazer que se é tão defendido pelas nossas leis ( O o lazer está inserido no capítulo dos Direitos Sociais, e este, por sua vez, está inserido no Título dos Direitos Fundamentais e está na Constituição – artigo 6º, caput, artigo 7º, IV, artigo 217, § 3º, e artigo 227.) Tudo isso em decorrência à da pandemia que consequentemente nos trouxe a inflação. Muitos pais, mesmo com salários não muito altos, tentam seu melhor pra para colocar os filhos em escolas particulares pela melhor educação, e fazendo isso se privam de muitas coisas, para que futuramente essa criança consigam entrar em uma boa Instituições instituição de ensino superior pública. Pessoas que estudam a vida inteira em escola particular têm mais chance de entrar nas universidades públicas que são melhores que as universidades particulares. Então, o melhor a se fazer é melhorar a educação das escolas públicas de ensino médio e fundamental, para que os alunos de tais escolas tenham a mesma capacidade para entrar em uma universidade pública que alunos de escolas particulares tem.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
160 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
80 |
Nível 2 - Desenvolve o tema recorrendo à cópia de trechos dos textos motivadores ou apresenta domínio insuficiente do texto dissertativo-argumentativo, não atendendo à estrutura com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
80 |
Nível 2 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, mas desorganizados ou contraditórios e limitados aos argumentos dos textos motivadores, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
120 |
Nível 3 - Articula as partes do texto, de forma mediana, com inadequações, e apresenta repertório pouco diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
80 |
Nível 2 - Elabora, de forma insuficiente, proposta de intervenção relacionada ao tema, ou não articulada com a discussão desenvolvida no texto. |
| Nota final |
520
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |