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No livro Teoria do Medalhão, Machado de Assis estabelece uma potente análise de comportamentos controversos. Se fosse recontextualizado para os dias de hoje, a ficção oportunamente poderia contemplar discussões acerca da "independência financeira ou retrocesso na educação?", uma vez que tal abordagem permite reflexões a respeito da mediocridade social em relação aos desafios impostos. Diante disso, é visível que isso ocorre por causa da negligência governamental e pela desigualdade social. (Muito bem. Formulou a tese)
Inicialmente, é válido ressaltar que o governo tem uma grande parcela de culpa no agravamento de tal situação. Segundo o sociólogo Betinho, "um país não muda pela sua economia, sua política e nem mesmo sua ciência; muda sim pela sua educação". Infelizmente, a educação não é tão priorizada no Brasil, o que acaba gerando injustiças nesse ramo. (O argumento precisa ser mais explorado)
(Boa estratégia coesiva) Além disso, o Brasil é um país extremamente desigual, pois os que possuem uma baixa renda financeira acabam sendo desfavorecidos. Dessa maneira, nota-se que para aqueles que tiveram uma educação mais qualificada, é bem mais fácil passar em concursos públicos (Reestruture essa discussão), o que deveria ser exclusivo para os que não têm renda suficiente para pagar uma faculdade particular.
(Boa estratégia coesiva) Infere-se, portanto, a necessidade de combater os problemas enfrentados. Para isso, é necessário que o Ministério de Educação incentive o Poder Legislativo a proibir a entrada de pessoas com boas condições financeiras em faculdades públicas (A educação é um direito. Não respeitou os direitos humanos). Tal atividade possui intuito de ajudar pessoas que não possuem tantas oportunidades a entrarem no mercado de trabalho e futuramente promover uma vida boa para seus filhos. Assim, a população será mais instruída e a desigualdade não será mais uma realidade no Brasil.
Correção tradicional
| Critério |
Nota |
Observações |
| Competência 1 |
160 |
Nível 4 - Demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita. |
| Competência 2 |
120 |
Nível 3 - Desenvolve o tema por meio de argumentação previsível e apresenta domínio mediano do texto dissertativo-argumentativo, com proposição, argumentação e conclusão. |
| Competência 3 |
120 |
Nível 3 - Apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, limitados aos argumentos dos textos motivadores e pouco organizados, em defesa de um ponto de vista. |
| Competência 4 |
200 |
Nível 5 - Articula bem as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos. |
| Competência 5 |
0 |
Nível 0 - Não apresenta proposta de intervenção ou apresenta proposta não relacionada ao tema ou ao assunto. |
| Nota final |
600
|
A redação apresenta alguns pontos positivos, mas ainda há espaço para melhorias. É importante aprimorar a organização e a clareza das ideias, bem como enriquecer a argumentação com exemplos e referências.
|
Legenda de competências
| Competência |
Descrição |
| 1 |
Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 |
Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de
conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 |
Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa
de um ponto de vista |
| 4 |
Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a
construção da argumentação |
| 5 |
Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |