Educar para conviver
Tema: Segurança nas escolas
As escolas, nos últimos anos, transformaram-se em palco de casos de violência. Local dedicado à aprendizagem tornou-se um ambiente para manifestação do bullying, intolerância ou até mesmo casos mais extremos que levaram ao óbito. Fatos assim levantam uma problemática: como melhorar a segurança na escola?
No Brasil, inúmeros casos de violência ocorrem diariamente, seja física ou até mesmo a intolerância em relação ao outro, ou seja, aquele que apresenta visão de mundo “diferente”. Diante dessa realidade, as escolas devem agir, ao oferecer uma educação cujo seio é aquilo vivenciado pela comunidade que a cerca, além de que, oferecer mecanismo para exame e solução dos problemas. Sendo assim, o ato educar dará ouvidos aos alunos, sujeitos ativos e capazes de questionar e transformar o meio.
Entretanto, a questão da violência não deve encerrar perante aos muros da escola. Fundamental aproximar e estabelecer uma rede de diálogos entre escola e a comunidade mais próxima, em que todos participem de atividades, tomem conhecimento dos casos de violência e, além do mais, busquem uma solução a fim de não permanecerem alheios aos problemas ocorridos constantemente.
Diante dos mecanismos aqui apontados, surgem possibilidades para uma educação que empregue o respeito ao outro, ou seja, compreender que vivenciamos em uma sociedade multidiversificada em relação à maneira de crer, opção sexual, como também etnia e de ordem socioeconômica, resulta em compreender nós mesmo, nossas angustias e carências. Abrem-se uma lacuna para buscarmos soluções para problemas que afligem a sociedade.
Portanto, enfrentar o problema da violência deixa claro o papel desempenhado pelas mais diversos setores da sociedade, como também de uma educação de qualidade e atuante, capaz de dar voz aos alunos, pais e professores, em uma prática para redução da violência. Aspectos estes essenciais para conviver, ou seja, vivermos juntos.
Correção tradicional
| Critério | Observações | Nota |
|---|---|---|
| Adequação ao Tema | Avalia se o texto consegue explorar as possibilidades de ideias que o tema favorece. Como no vestibular, a redação que foge ao tema é zerada. | 1.0 |
| Adequação e Leitura Crítica da Coletânea | Avalia se o texto consegue perceber os pressupostos da coletânea, assim como fazer relação entre os pontos de vista apresentados e outras fontes de referência. | 2.0 |
| Adequação ao Gênero Textual | Avalia se o texto emprega de forma adequada as características do gênero textual e se consegue utilizá-las de forma consciente e enriquecedora a serviço do projeto de texto. | 1.5 |
| Adequação à modalidade padrão da língua | Avalia se o texto possui competência na modalidade escrita. Dessa forma, verifica o domínio morfológico, sintético, semântico e ortográfico. | 1.5 |
| Coesão e Coerência | Avalia se o texto possui domínio dos processos de predicação, construção frasal, paragrafação e vocabulário. Além da correta utilização dos sinais de pontuação e dos elementos de articulação textual. | 1.5 |
| Nota final | 7.5 |
Legenda de competências
| Competência | Descrição |
|---|---|
| 1 | Domínio da modalidade escrita formal |
| 2 | Compreender a proposta e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o texto dissertativo-argumentativo em prosa |
| 3 | Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações em defesa de um ponto de vista |
| 4 | Conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação |
| 5 | Proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos |